O Deputado Zenaldo Coutinho, francamente contra a realização do plebiscito para a criação dos Estados do Carajás e Tapajós, sofreu um senhora derrota ontem na Câmara Federal.
O Deputado pretendia ser indicado relator do Projeto de Decreto que autoriza o plebiscito, seu nome chegou a ser anunciado, mas o presidente da Comissão de Finanças e Tributação, Pepe Vargas optou por indicar o deputado paulista João Dado.
O Deputado João Dado, por sua origem paulista tende a ser contra a criação de novos Estados, porém por sua filiação partidária é bem provável que favorece o Estado do Carajás para atender o Deputado Geovani Queiroz, uma vez que os dois pertencem ao PDT.


2 opniões:
Zé Carlos, vc parece extremamente satisfeito que que o Zenaldo Coutinho, que é contra a divisão do Pará tenha ficado fora desta relatoria e um outro parlamentar, provavelmente a favor desta divisão - no seu dizer, por conveniência do partido e não por convicção técnica (próprio dos nossos políticos) - a tenha assumido.
A divisão do estado do Pará está-se desenhando como mais um ato de uma discriminação quase racial, dos políticos do sul e sudeste do país contra o povo do norte - porque o Giovani Queiroz não é paraense, bem como os outros deputados e prefeitos da região sul e sudeste do Pará, que querem esta divisão.
Desculpe se não conheço bem vc e não sei se vc é daqui do Pará ou se é de fora do estado!!!
Apóio o estado do Tapajós, mas o estado de Carajás é apenas uma divisão de feudo político e multiplicação de oportunidades para empresários com desejos desenfreados de faturamento...
Meu conhecimento sobre o assunto ainda é pequeno, morei só 7 anos em Marabá e até hoje trabalho por lá, mas a VALE também olha com muito bons olhos esta divisão. Com certeza a ajudaria em definições prévias de acordos com os possíveis "dirigentes" deste novo estado...
Como não tenho conta no GOOGLE, informo aqui mesmo meu nome: Henriqu Vale (lhvale2@hotmail.com)...
Caro Henrique
Não foi minha intenção comemorar a não indicação de Zenaldo Coutinho, apenas desejei anunciar a derrotar, pois sinaliza uma tendência da atual legislatura e mostra que os deputados favoráveis a divisão são bastante articulados.
Quanto a Divisão, concordo que não pode ser um desejo de políticos atrás de feudo, mas deve ser discutida do ponto de vista estratégico do atendimento as demandas populares. Dizendo de outra maneira. A divisão só deve prevalecer se for em benefício do povo. Essa é a minha opinião.
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