Na pesquisa aqui no Blog sobre a divisão do Pará, o não vai ganhado disparado, 54%. Hoje é o último dia para votar.
LULA – O mensageiro da desfaçatez
21 minutos atrás
Na pesquisa aqui no Blog sobre a divisão do Pará, o não vai ganhado disparado, 54%. Hoje é o último dia para votar.
1 opniões:
As amostras não são proporcionais ao tamanho do universo pesquisado. . Vale mais um amostra bem feita com duas mil entrevistas do que uma enquete na internet com dois milhões de respostas. As pesquisas de opinião usam critérios estatísticos para garantir que todos os estratos do eleitorado brasileiro estejam representados. Ao contrário das enquentes, nas quais responde quem está mais interessado no assunto.
Assim como não é preciso tirar todo o sangue do paciente para fazer um exame, nem tomar todo o caldeirão para sentir se a sopa está salgada, basta uma amostra bem temperada para saber o que pensa o eleitorado. Se bem feitas, cerca de duas mil entrevistas costumam produzir resultados com uma margem de erro máxima de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Calcule você mesmo clicando. http://www.surveysystem.com/sscalc.htm
Embora os puristas digam que as pesquisas de opinião no Brasil não sejam científicas porque não são 100% probabilísticas, a série histórica de acertos mostra que elas funcionam. Nas eleições em que há mais de um instituto pesquisando a intenção de voto, os resultados de véspera tendem a ter 95% de acerto ou mais em comparação às urnas (se considerada a margem de erro).
Aliás, a sondagem eleitoral é o único tipo de pesquisa que pode ser confrontado com a realidade, pois se tira a prova dos nove nas urnas. Mesmo assim, muito menos gente questiona a validade das pesquisas sobre taxa de desemprego, por exemplo. E elas também são amostrais. O motivo para isso talvez seja a paixão despertada pelas eleições.
O mesmo eleitor que usa a pesquisa do IBOPE ou do Datafolha para gritar que o governo Lula tem 75% de aprovação, questiona o resultado da pesquisa quando seu candidato está atrás do adversário. É natural, até esperado. Estudos sobre as razões do voto mostram que o eleitor se move mais pelas entranhas do que pelo cérebro. Claro, é modo de dizer. O cérebro é quem decide, mas não seu lado racional, e sim aquele que comanda as emoções - ou é comandado por elas.
Na verdade, se você tem uma opinião visceral contra as pesquisas de intenção de voto, é provável que neste exato momento seu cérebro esteja ativando uma série de redes neurais para racionalizar as suas emoções e encontrar argumentos que o farão ainda mais convicto de que as pesquisas sâo todas fajutas. Ao final, estará satisfeito com sua capacidade de argumentação, fruto de uma descarga de dopamina auto-recompensadora.
Acredite ou não nos argumentos, lembre-se de Arthur Conan Doyle: “Enquanto o indivíduo sozinho é um quebra-cabeças insolúvel, agregado ele se torna uma certeza matemática. Nunca se pode prever o que um homem sozinho fará, mas é possível dizer com precisão o que, na média, muitos deles farão”. Dito assim, parece até elementar, meu caro eleitor.
DIGA SIM AO ESTADO DO TAPAJÓS.
PS.Mesmo assim vamos somar estatisticamente;sim + estado do tapajós+estado do carajás=50%.nâo vamos tentar dividir (confundir) o eleitor.
NÂO. equivale aos outros 50% ou seja temos um empate técnico,representado pela margen de erro.
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