A Reforma Política é uma matéria que devia ser debatida nas escolas, nas universidades, nos sindicatos, nas associações de bairros, igrejas, etc. A população tem que participar deste debate. Reformar as leis para obter uma democracia verdadeiramente participativa é fundamental para o futuro do Brasil. As pessoas que reclamam tanto dos políticos devem aproveitar o momento e sugerir medidas que impeçam a eleição de pessoas desonestas ou ilegítimas.
A imprensa não pode ficar na posição pacifica de apenas noticiar os eventos sobre Reforma Política, mas atuar como promotora dos debates e incentivadora da participação popular. O curso de graduação em ciências políticas tem mais que obrigação de atuar com promotor ou indutor destas discussões.
Para o debate, nós já temos de onde partir. A comissão da reforma política do Senado concluiu seus trabalhos ontem, dia 13.04, e o senador José Sarney promete que os projetos de lei saem até o dia 20.05. Dentre as mudanças propostas, tem algumas altamente polêmicas, que vão requerer muito debate, compreensão e adesão popular para serem adotadas pelo Congresso Nacional.
A Comissão presidida pelo senador Francisco Dorneles deu importância a sete mudanças primordiais, são elas: voto obrigatório; financiamento publico de campanha; candidatura avulsa; prazo mínimo de uma ano para filiação partidária e domicilio eleitoral; e ratificação das regras atuais de fidelidade partidária. A comissão adotou o voto proporcional em lista fechada para eleição de vereadores, deputados estaduais e federais; cota para as mulheres; fim das coligações partidárias; fim da reeleição com mandato de cinco anos; e mudança na data da posse dos prefeitos e governadores para 10 de Janeiro e presidente em 15 de Janeiro. Vamos debater?
zecarlosdopv@gmail.com
Não vai
37 minutos atrás


3 opniões:
A sociedade vem passando por um caos na saúde, isso se da pela manipulação dos médicos que controlam que deve ter direito a saúde de qualidade.
Como a medicina ainda é privilégio de poucos os médicos dão as cartas na saúde do Brasil, onde a iniciativa privada tem mais poderes que a publica, quantas vezes vimos nos noticiários que municípios pagam super salários mais mesmo assim não encontram médicos dispostos a morarem no interior, pois não é viável deixar de morar nas capitais onde tudo é centralizado como saúde, educação, segurança e conseqüentemente uma vida digna.
Os médicos centralizam a saúde de forma que eles sejam unicamente os necessários na saúde por serem os salvadores de vidas com suas habilidade de cirurgias e conhecimento da anatomia humana, desprezando completamente outros categorias da saúde como fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos, nutricionistas, radiologistas, enfermeiros e principalmente a classe de mão de obra barata que é a classe dos técnicos de enfermagem, que estes saíram varias vezes nos noticiários com erros no atendimento ao paciente devido a classe ter que trabalhar em dois ou ate três empregos para ter uma vida mais ou menos, enquanto os médicos em apenas um empregos conseguem ter um padrão de vida de classe alta e nunca são penalizados quando erram em seus procedimentos inclusive em óbitos por negligencia, mas os escravizados dos técnicos que fazem 02 anos de curso e são proibidos de exercer sua atividade se não pagar a industria de dinheiro COREN são logos demitidos sem uma defesa ou sem ser reconhecido que errou por ser colocado pela sociedade como escravos da saúde.
A solução seria aumentar as vagas de medicina nas faculdades, proibir que médicos tenham mais de um emprego publico, fazer com os planos de saúde não tenham autonomia na saúde do país, medico concursado tem que exercer suas atividades de forma honestas em cima da ética e ter exclusividade para a repartição que prestou concurso.
Em especial tirar todos os médicos da administração publica, principalmente de ministro e secretario da saúde, mais em essencialmente como diretores de hospitais públicos, pois é desta forma que manipulam a saúde favorecendo sempre os planos de saúde e os hospitais particulares, fazendo com que um hospital publico não tenha um atendimento de qualidade e sim o hospital privado onde o mesmo medico atende o mesmo paciente, mas com um tratamento diferenciado, provando-se assim como funciona o cartel ou se preferirem a máfia da saúde na sociedade brasileira. Coibindo-se o enriquecimento de uma categoria em cima das outras e lutando contra a desigualdade entre os profissionais da saúde em prol de toda a população que paga impostos e ainda precisam pagar plano de saúde para usufruírem de direitos. Vejam exemplos do Canadá e cuba que tratam a saúde como uma coisa seria e essencial para o ser humano que vive em uma sociedade democrática e igual para todos.
EXIGIMOS AÇÃO JA.
Zé Carlos o que colocas é de suma importância, pois não vislumbro possibilidade democracia plena sem a participação popular, onde estão os debates com a sociedade para esta pauta tão importante?
A grande mídia viciada no poder não ousa atiçar a população para tal porque tem suas dívidas e não consegue ser imparcial.
Levantemo-nos afinal é o destino de todos nós que está em jogo, não podemos permitir que figuras como: Collor, Itamar Franco e Sarney decidam isto por nós.
Zé, o que a reforma deve conter para que possas te eleger vereador de Belém? Se parares de publicar meus comentários, não leio mais o teu blog.
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