Agenda mínima e ataques máximos

No documento intitulado "Pacto pelo Pará", contendo a "Agenda Mínima", o governador Simão Jatene mostrou que continua no palanque eleitoral e não poupou críticas e acusações a equipe da governadora Ana Júlia. Acusou-a de endividar o Estado, deixar obras incabadas, descumprir contratos, não respeitar as decisões do Legislativos, etc. Tudo sem prova ou sem dizer quais as providências práticas adotadas em defesa do Erário.
Na parte do documento referente as obras e serviços, salta aos olhos a mudança de prioridade de um governo para o outro. Enquanto o governo de Ana Júlia priorizou programas sociais, Simão Jatene pretende investir pesado em cimento e asfalto.
A Agenda Mínima mostra uma pretensão de investir dez por cento do orçamento do Estado nos quatro anos de governo, porém não diz como isto será alcançado e quais os setores serão sacrificados para que a previsão se concretize.
O que foi apresentado ontem é uma proposta, o Governador precisa transforma-la no seu Plano Plurianual e enviar para a Assembléia Legislativa que terá a palavra final.
Nos próximos dias pretendo analisar cada um dos setores listados, mostrando o quanto está sendo investido em pessoas e quanto está previsto para ser aplicado em concreto.
 

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