No documento intitulado "Pacto pelo Pará", contendo a "Agenda Mínima", o governador Simão Jatene mostrou que continua no palanque eleitoral e não poupou críticas e acusações a equipe da governadora Ana Júlia. Acusou-a de endividar o Estado, deixar obras incabadas, descumprir contratos, não respeitar as decisões do Legislativos, etc. Tudo sem prova ou sem dizer quais as providências práticas adotadas em defesa do Erário.
Na parte do documento referente as obras e serviços, salta aos olhos a mudança de prioridade de um governo para o outro. Enquanto o governo de Ana Júlia priorizou programas sociais, Simão Jatene pretende investir pesado em cimento e asfalto.
A Agenda Mínima mostra uma pretensão de investir dez por cento do orçamento do Estado nos quatro anos de governo, porém não diz como isto será alcançado e quais os setores serão sacrificados para que a previsão se concretize.
O que foi apresentado ontem é uma proposta, o Governador precisa transforma-la no seu Plano Plurianual e enviar para a Assembléia Legislativa que terá a palavra final.
Nos próximos dias pretendo analisar cada um dos setores listados, mostrando o quanto está sendo investido em pessoas e quanto está previsto para ser aplicado em concreto.
Não vai
36 minutos atrás


10 opniões:
Publica aí a pergunta que não quer calar: quem vai cuidar do Peixe-boi?
Zé,
O Banpará está promovendo uma verdadeira caça aos funcionários do Banco que foram cedidos ao Governo Ana Júlia. Eles estão sendo descomissionados e transferidos da Matriz do Banco para as agências (de preferência bem longe de suas casas).
É o Governo Jatene mostrando a cara!
Meu caro Zé Carlos: assim como são as pessoas são as criaturas. Não faz muito tempo e eu vi, com esses olhos que a terra há de comer, você festejando o lançamento da agenda mínima do primeiro governo Simão Jatene, nos moldes dessa que ele está lançando agora. E foi assim, vendo a coisa linda e maravilhosa, que se passaram os quatro anos seguintes. Mas eis que, mudando das claras para o escuro, ou melhor, do azul e amarelo para o vermelho com um verde pelo meio, que percebo um olhar completamente diferente, até negando o que antes era festejado.
Tudo bem que a gente muda.
Mas negar o passado, sempre que a conivência cai ao seu agrado, sinceramente, é um pouco por demais. Viva o presente, mas não esqueça o passado e lembre-se que pela frente tem todo um futuro.
.
Zé, a prioridade no social do governo Ana Julia foi para você e sua família? Parece, pois aqui nos municípios da BR-010 essa politica que você falou, não chegou ou não teve impacto algum. Ou seja, por aqui nem asfalto e concreto e nem social na época da Ana.
Ô anonimo da 22:58, você queria que o Jatene desse um premio para esses funcionários? Você sabia que a ana Julia me demitiu só porque eu participei de um ato a favor de uma escola? Ela perseguiu de forma stalinista seus opositores.
Preocupante a agenda mínima do Governo. O ação metrópole que na segunda fase previa investimentos de 450 milhões inclusive com projeto de lei autorizando o financiamento enviado ano passado para a ALEPA foi cortado em 300 milhões, e não se fala mais na reestruturação da almirante barroso, nos corredores exclusivos para ônibus, nos terminais de integração ou no bilhete único.
Caro anônimo das 12:11 h. Talvez você imagine que o Pará é só Belém. Longe disso. Além de Belém existem 143 municípios. O dinheiro tem que chegar para todos.
A sociedade vem passando por um caos na saúde, isso se da pela manipulação dos médicos que controlam que deve ter direito a saúde de qualidade.
Como a medicina ainda é privilégio de poucos os médicos dão as cartas na saúde do Brasil, onde a iniciativa privada tem mais poderes que a publica, quantas vezes vimos nos noticiários que municípios pagam super salários mais mesmo assim não encontram médicos dispostos a morarem no interior, pois não é viável deixar de morar nas capitais onde tudo é centralizado como saúde, educação, segurança e conseqüentemente uma vida digna.
Os médicos centralizam a saúde de forma que eles sejam unicamente os necessários na saúde por serem os salvadores de vidas com suas habilidade de cirurgias e conhecimento da anatomia humana, desprezando completamente outros categorias da saúde como fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos, nutricionistas, radiologistas, enfermeiros e principalmente a classe de mão de obra barata que é a classe dos técnicos de enfermagem, que estes saíram varias vezes nos noticiários com erros no atendimento ao paciente devido a classe ter que trabalhar em dois ou ate três empregos para ter uma vida mais ou menos, enquanto os médicos em apenas um empregos conseguem ter um padrão de vida de classe alta e nunca são penalizados quando erram em seus procedimentos inclusive em óbitos por negligencia, mas os escravizados dos técnicos que fazem 02 anos de curso e são proibidos de exercer sua atividade se não pagar a industria de dinheiro COREN são logos demitidos sem uma defesa ou sem ser reconhecido que errou por ser colocado pela sociedade como escravos da saúde.
A solução seria aumentar as vagas de medicina nas faculdades, proibir que médicos tenham mais de um emprego publico, fazer com os planos de saúde não tenham autonomia na saúde do país, medico concursado tem que exercer suas atividades de forma honestas em cima da ética e ter exclusividade para a repartição que prestou concurso.
Em especial tirar todos os médicos da administração publica, principalmente de ministro e secretario da saúde, mais em essencialmente como diretores de hospitais públicos, pois é desta forma que manipulam a saúde favorecendo sempre os planos de saúde e os hospitais particulares, fazendo com que um hospital publico não tenha um atendimento de qualidade e sim o hospital privado onde o mesmo medico atende o mesmo paciente, mas com um tratamento diferenciado, provando-se assim como funciona o cartel ou se preferirem a máfia da saúde na sociedade brasileira. Coibindo-se o enriquecimento de uma categoria em cima das outras e lutando contra a desigualdade entre os profissionais da saúde em prol de toda a população que paga impostos e ainda precisam pagar plano de saúde para usufruírem de direitos. Vejam exemplos do Canadá e cuba que tratam a saúde como uma coisa seria e essencial para o ser humano que vive em uma sociedade democrática e igual para todos.
Eu esperava que o Jatene no mínimo mantivesse as coisas que deram certo durante a gestão de Ana Júlia. Que usasse outros nomes, mas que mantivesse. Pelo jeito isso seria esperar demais...
Com relação as perseguições polícas no Banpará. O funcionário Guilherme, voltou ao Banco como Gerente de Negócios, sua função na instituição desde 1991 e estava trabalhando na Agência Telégrafo, acontece que ontem ou anteotem recebeu comunicação de que estava sendo destituido da função de Gerente de Negócios e transferido para a Agência de Ananindeua como Técnico Bancário, ou seja, "na letra" como se diz vulgarmente. Outro funcionário chamado Alírio e que tinha sido, após sua volta ao Banco, designado por Portaria já da atual direção do Banco, foi por outra Portaria descomissionado, ou seja retiraram sua designação.A intenção da perseguição política vai mais além, a funcionária Ângela, Analista Financeira aprovada por concurso interno para a função, também foi destituida e encaminhada à Agência São Braz como operativa, ou seja "na letra". As informações repassadas aos funcionários, informalmente, são de que foram "determinações de governo". A verdade é que como se pode ver é que ao que parece é a verdade, é que a determinação foi mesmo de governo, pois se assim não fosse, como justificar a designação do funcionário Alírio? e a volta do funcionário Guilherme à função de Gerente de Negócios hoje lhe retirada? e a da funcionária Ângela voltar como Analista e também lhe ser retirada a função? Prá completar também tem o caso da funcionária Carmela que está passando pelo mesmo processo e por situação semelhante a do funcionário Alírio. Foi nomeada Gerente, por Portaria da atual Direção, e destituida pela mesma informal, "determinação de governo". Todos os envolvidos retornaram ao Banco a partir de 01 de Janeiro e estavam trabalhando normalmente no Banco.Os ressentimentos e as mesquinharias devem ficar de lado e devem ser motivo de reação independentemente de quem as comete ou sofre. Gostaria de ver alguma defesa dos trabalhadores atingidos pelas medidas covardes e rasteiras praticadas por quem quer que tenha sido.
Postar um comentário