Amanhã, na solenidade do Hangar, quando assinar o termo de cooperação técnica para segunda etapa do PMGP, com o Movimento Brasil Competitivo - MBC, o governador Simão Jatene passará um atestado de competência ao Governo de Ana Júlia. O termo de cooperação iniciou-se em 2009, trazido por Ana Júlia e foi um sucesso, atestado inclusive pelo próprio MBC, leia o que diz o site do Movimento:
"Na primeira etapa do PMGP, desenvolvida entre novembro de 2009 e abril deste ano, o Pará superou a meta pré-estabelecida para o aumento das receitas orçamentárias, o que significa tornar mais eficiente o processo de arrecadação sem o aumento de impostos. A previsão, que era de R$ 211 milhões no aumento da arrecadação, chegou aos R$ 336 milhões até dezembro do ano passado."
zecarlosdopv@gmail.com
Não vai
36 minutos atrás


3 opniões:
Excelente Zé Carlos, os farsantes,pesam, que não temos memorias. É só o incio.
João Costa
Direção do Banpará instala o terror e persegue funcionários por motivos políticos
Qui, 14 de Abril de 2011 11:45
Está lançada a temporada do terror no Banpará. Sem outra motivação, que não seja a mais abominável perseguição política, a direção da empresa determinou que todos os funcionários que foram cedidos ao Governo da bancária Ana Júlia Carepa fossem destituídos da função e transferidos para as agências, de preferência uma agência bem distante de sua residência.
Segundo relatos de bancários que não querem se identificar (por óbvio temor de represálias por parte da direção da empresa), a determinação da perseguição teria partido diretamente do Palácio dos Despachos, do Gabinete do Governador Simão Jatene. Seja de onde partiu a ordem, não restam dúvidas de que a diretoria do Banpará deve uma explicação aos seus mais de mil funcionários.
A presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim, e a diretora de saúde, Érica Fabíola, estão buscando contato com a diretoria do Banco na tentativa de reverter essa decisão, que se constituiria em um precedente perigosíssimo para a empresa, visto que todos os atingidos por essa inaceitável retaliação política são funcionários antigos, com excelentes serviços prestados ao banco e que disponibilizaram seus nomes para participar do Governo no intuito de servir ao povo do Pará.
Convém lembrar que o próprio presidente do Banco, Augusto Costa, que atuou como diretor do Banpará no primeiro governo do tucano Simão Jatene, foi nomeado diretor da CAFBEP no Governo Ana Júlia, mantendo assim seu padrão de vida e contribuindo com sua experiência profissional para a consolidação do BANPARÁ, sem revanchismos que caracterizam os ditadores. Esperamos que seu próprio exemplo sirva para que reconheça o erro e volte atrás.
ESSE PODE SER APENAS O PRIMEIRO PASSO
O Sindicato posiciona-se contrário a essa atitude da diretoria do banco em defesa dos interesses maiores da própria empresa e de seu funcionalismo. “Se deixarmos que se instale a perseguição por motivos políticos, estará aberta a porta para o fracasso de qualquer tentativa de manter o BANPARÁ no ritmo de crescimento que vem experimentando nos últimos anos, o que coloca em risco o futuro da empresa e de seus funcionários”, afirma Rosalina Amorim, Presidenta do Sindicato.
Para a diretora de saúde do Sindicato e funcionária do Banpará, Érica Fabíola, “o que a direção do Banco acaba de fazer representa um recado claro: o que valerá de agora em diante não será a competência profissional, mas a bajulação e o adesismo político ao governo de plantão, o que não pode nortear as ações da direção de uma Instituição Financeira que se pretenda digna deste nome.”
Para reflexão de todos, deixamos um trecho conhecido do poema “No Caminho com Maiakovski”, de Eduardo Alves da Costa:
“Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na Segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”
Fonte: Bancários PA
A sociedade vem passando por um caos na saúde, isso se da pela manipulação dos médicos que controlam que deve ter direito a saúde de qualidade.
Como a medicina ainda é privilégio de poucos os médicos dão as cartas na saúde do Brasil, onde a iniciativa privada tem mais poderes que a publica, quantas vezes vimos nos noticiários que municípios pagam super salários mais mesmo assim não encontram médicos dispostos a morarem no interior, pois não é viável deixar de morar nas capitais onde tudo é centralizado como saúde, educação, segurança e conseqüentemente uma vida digna.
Os médicos centralizam a saúde de forma que eles sejam unicamente os necessários na saúde por serem os salvadores de vidas com suas habilidade de cirurgias e conhecimento da anatomia humana, desprezando completamente outros categorias da saúde como fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos, nutricionistas, radiologistas, enfermeiros e principalmente a classe de mão de obra barata que é a classe dos técnicos de enfermagem, que estes saíram varias vezes nos noticiários com erros no atendimento ao paciente devido a classe ter que trabalhar em dois ou ate três empregos para ter uma vida mais ou menos, enquanto os médicos em apenas um empregos conseguem ter um padrão de vida de classe alta e nunca são penalizados quando erram em seus procedimentos inclusive em óbitos por negligencia, mas os escravizados dos técnicos que fazem 02 anos de curso e são proibidos de exercer sua atividade se não pagar a industria de dinheiro COREN são logos demitidos sem uma defesa ou sem ser reconhecido que errou por ser colocado pela sociedade como escravos da saúde.
A solução seria aumentar as vagas de medicina nas faculdades, proibir que médicos tenham mais de um emprego publico, fazer com os planos de saúde não tenham autonomia na saúde do país, medico concursado tem que exercer suas atividades de forma honestas em cima da ética e ter exclusividade para a repartição que prestou concurso.
Em especial tirar todos os médicos da administração publica, principalmente de ministro e secretario da saúde, mais em essencialmente como diretores de hospitais públicos, pois é desta forma que manipulam a saúde favorecendo sempre os planos de saúde e os hospitais particulares, fazendo com que um hospital publico não tenha um atendimento de qualidade e sim o hospital privado onde o mesmo medico atende o mesmo paciente, mas com um tratamento diferenciado, provando-se assim como funciona o cartel ou se preferirem a máfia da saúde na sociedade brasileira. Coibindo-se o enriquecimento de uma categoria em cima das outras e lutando contra a desigualdade entre os profissionais da saúde em prol de toda a população que paga impostos e ainda precisam pagar plano de saúde para usufruírem de direitos. Vejam exemplos do Canadá e cuba que tratam a saúde como uma coisa seria e essencial para o ser humano que vive em uma sociedade democrática e igual para todos.
EXIGIMOS AÇÃO JA.
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