Membros de comissões da OAB-PA, por discordarem da Intervenção, estão renunciando seus cargos. Todos os membros da Comissão de Liberdade de Imprensa renunciaram: Wesley Loureiro Amaral, Sávio Barreto Lacerda Lima, Bruno Brasil de Carvalho, José Maria dos Santos Vieira e Evandro Antunes Costa.
O texto do pedido de renúncia é o seguinte:
"Nós, advogados integrantes da Comissão de Defesa do Direito à liberdade de Imprensa da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Pará, vimos por intermédio do presente expediente, dar ciência ao senhor interventor da RENÚNCIA ao cargo que ocupamos, em razão da impossibilidade de defender no cenário de uma intervenção, a liberdade constitucional de imprensa e de expressão.
Todavia, caso seja restabelecida a democracia dentro da nossa seccional, nos comprometemos a contribuir novamente."


5 opniões:
Assim como voce eles deixaram o cavalo celado passar e não montaram, agora é tarde!
A razão do que está acontecendo é consequencia lógica da falta de absoluta e proporcional fundamentação e motivação constitucional e legal quanto aos fatos que ensejaram a chamada intervenção decidida em SESSÃO SECRETA pelo Conselho Federal, se já não bastasse tão somente isso para torná-la imprestável e ilegítima jurídicamente.Desde já, é de bom alvitre ressaltar que nenhuma deliberação do referido Conselho é soberana se viola à Constituição e norma infra constitucional.Portanto,no caso e efetivamente,a advocacia paraense que elegeu legitimamente Jarbas Vasconcelos do Carmo e demais advogados para gerir a OAB-PA estão diante de um uso administrativamente abusivo de poder, frustrando valores tão caros ao modelo de Estado constitucional democrático e de direito adotado e vigente no nosso país.Por todo o exposto,fica extremamente difícil por ação ou omissão se tornar co-participe de um ato reconhecidamente contra a lei e contra, em particular, o sufrágio universal, em flagrante de evidente tentativa de golpe político contra uma administração das melhores e mais transparentes que a OAB-PA já teve que é a do advogado militante Jarbas Vasconcelos.
É prezado Zé Carlos,
Pelos visto a resistência à intervenção já é dentro e fora dos quadros da OAB/PA, bonito Ophir Jr, belo exemplo, que coragem desses advogados da comissão de imprensa, realmente é uma incoerência tremenda defender liberdade numa intervenção, queria ter filhos assim!
A razão do que está acontecendo é consequencia lógica da falta de absoluta e proporcional fundamentação e motivação constitucional e legal quanto aos fatos que ensejaram a chamada intervenção decidida em SESSÃO SECRETA pelo Conselho Federal, se já não bastasse tão somente isso para torná-la imprestável e ilegítima jurídicamente.Desde já, é de bom alvitre ressaltar que nenhuma deliberação do referido Conselho é soberana se viola à Constituição e norma infra constitucional.Portanto,no caso e efetivamente,a advocacia paraense que elegeu legitimamente Jarbas Vasconcelos do Carmo e demais advogados para gerir a OAB-PA estão diante de um uso administrativamente abusivo de poder, frustrando valores tão caros ao modelo de Estado constitucional democrático e de direito adotado e vigente no nosso país.Por todo o exposto,fica extremamente difícil por ação ou omissão se tornar co-participe de um ato reconhecidamente contra a lei e contra, em particular, o sufrágio universal, em flagrante de evidente tentativa de golpe político contra uma administração das melhores e mais transparentes que a OAB-PA já teve que é a do advogado militante Jarbas Vasconcelos.
ja vão tarde! não farão falta nenhuma.
Postar um comentário