Visita do Aécio é emblemática

sábado, 23 de outubro de 2010

O governador e senador eleito por Minas Gerais, Aécio Neves, esteve ontem em Belém para apoiar a candidatura de Simão ao governo do Pará. Foi uma visita relâmpago. Aécio chegou as dezoito e foi para São Braz onde fez um comício relâmpago apenas para militantes da campanha e foi embora.

O dia e o horário foram ingratos com os tucanos, pois sexta-feira, com uma lua bonita, as vésperas de um feriadão, não é fácil mobilizar, principalmente quando o assunto  é política. Mas deixa pra lá, isto é não é problema meu, reconheço.

Quero apenas aproveitar a oportunidade, sem ser oportunista, para dizer que seja qual for o resultado das eleições aqui no Pará, Aécio pode ser um bom aliado do nosso Estado. É que Minas Gerais e o Pará são estados mineradores e exportadores, cujo interesses são comuns, o que nos permite travar batalhas unidos, principalmente para melhorar o tratamento tributário advindo da Lei Kandir.

Veja que nem tudo que parece ser igual, é. Serra e Aécio são tucanos, do PSDB, mas Serra não é aliado do Pará. Já Aécio Neves sim. Entenderam?

4 opniões:

Anônimo disse...

LIDERANÇA NÃO SE IMPÕE: LIDERANÇA SE CONQUISTA!

Ao iniciar esta, lamentamos profundamente que os nossos líderes do PV no Estado do Pará tenham resolvido impor de vez o apoio a candidatura de Ana Júlia. O termo é esse mesmo: IMPOR.
Ao observarmos a publicação na internet da cópia da decisão judicial que proíbe lideranças do partido a manifestarem o seu apoio a candidatura diferente daquela que os nossos "iluminados" líderes decidiram, só nos resta lamentar que o PV esteja fazendo aquilo que os "velhos partidos" fazem. Faltou capacidade de diálogo, faltou liderança (se é que existe), faltou coerência. Devemos continuar a ser um partido propositivo que junto com Marina Silva conquistou vinte milhões de votos. Devemos influenciar positivamente no cenário político local, estadual e nacional. Já fizemos isso antes quando colocamos na pauta das discussões e das políticas públicas, temas como sustentabilidade, mobilidade sustentável, ecologia entre outros. O PV erroneamente não ousou "construir" liderança para defender esses e outros assuntos tão importantes para o Estado do Pará.
O nosso partido sempre foi quintal dos governos estaduais, não interessando quem esteja no poder. Uma hora os tucanos são os melhores, outra hora os "amados companheiros petistas" são os melhores. Parecemos torcedores de Remo e Paysandu ou de São Francisco e São Raimundo, só que existe uma diferença entre torcedores de time de futebol e "torcedores de governos": Os torcedores de times de futebol são mais éticos e coerentes com os seus sentimentos, continuam com os seus times perdendo ou ganhando. Torcedores de governos são mais "pragmáticos" (termo usado pra justificar, oportunismo e imediatismos). Nós não quisemos formar o nosso time e como isso não, aconteceu escolhemos o time dos outros pra torcer. Renato Aragão, o Didi Mocó, certa vez disse: Beijo de mãe é bom, beijo de mãe é bom, eu como não tenho mãe beijo a mãe de qualquer um. Somos assim, beijamos a “melhor” mãe que encontramos, e o pior é que estranhamente parece que o PV no Pará não quer ter uma mãe de verdade. Leia mais...

Como torcedores de governos, esquecemos do nosso partido e só falamos do partido dos outros. Parece até verdade a máxima: “amor velho a gente nunca esquece”. Como torcedores nos tornamos apaixonados e como apaixonados nos tornamos cegos. Aqui no Pará o PV tem três tipos de filiados. O primeiro grupo é aquele que diz ter feito “exaustivas” reuniões com os seus filiados, chegando a conclusão que seria melhor, depois de ouvir todos no partido (o que não é verdade) apoiar a candidatura de Ana Júlia do PT. O segundo grupo abriga aqueles que rebelaram-se contra a decisão dos nossos “iluminados” líderes e mudaram de lado, desembarcando da barca furada comandada pela Governadora Ana Júlia depois do resultado eleitoral do primeiro turno das eleições. O terceiro Grupo nunca concordou com a decisão de apoiar o PT, expondo desde o início que apoiaria a candidatura de Simão Jatene Para o Governo do Estado.
Que tal refletirmos um pouco: A quem interessou essa coligação? Ao partido? A um grupo minoritário? O Partido cresceu depois da eleição? Aumentamos o número de representantes na Assembléia Legislativa do Estado do Pará? Elegemos representantes para Câmara Federal? As respostas todos sabem. Portanto o resultado desse desastroso apoio, mesmo que o PT ganhe a eleição para governador, foi o encolhimento do partido. Enquanto nos tornamos o terceiro partido mais votado do Brasil, no Pará quase fomos varridos do mapa e enquanto isso nossos líderes continuam nas suas defesas apaixonadas do partido dos outros esquecendo-se do PV, das nossas propostas, das aspirações, dos debates internos, dos anseios de seus filiados. Lamentavelmente preferem a burocracia da decisão judicial ao diálogo com os seus filiados, achando que liderança é algo que pode ser imposto ao invés de ser conquistada.

PAJU

Anônimo disse...

LIDERANÇA NÃO SE IMPÕE: LIDERANÇA SE CONQUISTA!

Ao iniciar esta, lamentamos profundamente que os nossos líderes do PV no Estado do Pará tenham resolvido impor de vez o apoio a candidatura de Ana Júlia. O termo é esse mesmo: IMPOR.
Ao observarmos a publicação na internet da cópia da decisão judicial que proíbe lideranças do partido a manifestarem o seu apoio a candidatura diferente daquela que os nossos "iluminados" líderes decidiram, só nos resta lamentar que o PV esteja fazendo aquilo que os "velhos partidos" fazem. Faltou capacidade de diálogo, faltou liderança (se é que existe), faltou coerência. Devemos continuar a ser um partido propositivo que junto com Marina Silva conquistou vinte milhões de votos. Devemos influenciar positivamente no cenário político local, estadual e nacional. Já fizemos isso antes quando colocamos na pauta das discussões e das políticas públicas, temas como sustentabilidade, mobilidade sustentável, ecologia entre outros. O PV erroneamente não ousou "construir" liderança para defender esses e outros assuntos tão importantes para o Estado do Pará.
O nosso partido sempre foi quintal dos governos estaduais, não interessando quem esteja no poder. Uma hora os tucanos são os melhores, outra hora os "amados companheiros petistas" são os melhores. Parecemos torcedores de Remo e Paysandu ou de São Francisco e São Raimundo, só que existe uma diferença entre torcedores de time de futebol e "torcedores de governos": Os torcedores de times de futebol são mais éticos e coerentes com os seus sentimentos, continuam com os seus times perdendo ou ganhando. Torcedores de governos são mais "pragmáticos" (termo usado pra justificar, oportunismo e imediatismos). Nós não quisemos formar o nosso time e como isso não, aconteceu escolhemos o time dos outros pra torcer. Renato Aragão, o Didi Mocó, certa vez disse: Beijo de mãe é bom, beijo de mãe é bom, eu como não tenho mãe beijo a mãe de qualquer um. Somos assim, beijamos a “melhor” mãe que encontramos, e o pior é que estranhamente parece que o PV no Pará não quer ter uma mãe de verdade. Leia mais...

Como torcedores de governos, esquecemos do nosso partido e só falamos do partido dos outros. Parece até verdade a máxima: “amor velho a gente nunca esquece”. Como torcedores nos tornamos apaixonados e como apaixonados nos tornamos cegos. Aqui no Pará o PV tem três tipos de filiados. O primeiro grupo é aquele que diz ter feito “exaustivas” reuniões com os seus filiados, chegando a conclusão que seria melhor, depois de ouvir todos no partido (o que não é verdade) apoiar a candidatura de Ana Júlia do PT. O segundo grupo abriga aqueles que rebelaram-se contra a decisão dos nossos “iluminados” líderes e mudaram de lado, desembarcando da barca furada comandada pela Governadora Ana Júlia depois do resultado eleitoral do primeiro turno das eleições. O terceiro Grupo nunca concordou com a decisão de apoiar o PT, expondo desde o início que apoiaria a candidatura de Simão Jatene Para o Governo do Estado.
Que tal refletirmos um pouco: A quem interessou essa coligação? Ao partido? A um grupo minoritário? O Partido cresceu depois da eleição? Aumentamos o número de representantes na Assembléia Legislativa do Estado do Pará? Elegemos representantes para Câmara Federal? As respostas todos sabem. Portanto o resultado desse desastroso apoio, mesmo que o PT ganhe a eleição para governador, foi o encolhimento do partido. Enquanto nos tornamos o terceiro partido mais votado do Brasil, no Pará quase fomos varridos do mapa e enquanto isso nossos líderes continuam nas suas defesas apaixonadas do partido dos outros esquecendo-se do PV, das nossas propostas, das aspirações, dos debates internos, dos anseios de seus filiados. Lamentavelmente preferem a burocracia da decisão judicial ao diálogo com os seus filiados, achando que liderança é algo que pode ser imposto ao invés de ser conquistada.

PAJU

Anônimo disse...

Zé Carlos, embora você tenha dito que não queria ser oportunista, acabou sendo. Tentou tirar sua lasquinha da visita do Aécio, que é sim tucano e apoia Jatene no Pará e Serra no Brasil. Que ele estará unido a Jatene nas lutas em prol do Pará e de Minas isso eu não tenho nenhuma dúvida. Uma delas refere-se de fato à Lei Kandir, que isenta do tributo ICMS os produtos e serviços destinados à exportação e que muito prejudica estados exportadores de minérios como o Pará e Minas Gerais. Aliás, essa foi uma luta que já vinha sendo travada por Jatene enquanto governador e que foi deixada de lado pela atual governadora. Mas agora essa questão deve voltar à pauta.

José Carlos Lima disse...

Liderança não se impõe. Correto. Mas o que isso tem haver com bandidagem? O deputado e o vereador apoiaram o Governo da Ana Júlia, foram ao PV pediram que apoiassemos a Ana Júlia, votaram na convenção favorávelmente a aliança com a Ana, no primeiro turno gravaram na rádio e tv o apoio a Governadora. No segundo turno, achando que Ana pode perder, pulam para o outro lado e você ainda acha que estamos impondo alguma coisa?

Quanto aos companheiros do Grupo Paju, um pequeno setor do PV de Santarém que muito pouco fez durante a campanha, exceção ao companheiro Erick, pessoas que chegaram recentemente ao PV de Santarém, mas que tinham relações políticas antigas com o PSDB, através do deputado Alexandre Von, a quem seguiram durante o primeiro turno. O PAju ainda não construiu a sua própria participação na vida partidária e nem tem história interna para tanto. Tem uma caminho pela frente e espero que demonstrem mais empenho na construção partidária, pois até agora apenas jogaram pedras, que estão amontoadas, tumultuando e nada construiram. Falta ainda uma demosntração de compromissos com o projeto.

 

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