Amigos do PSDB me informam que por lá rola um clima de já ganhou, acho cedo para isso, mas…Os deputados não eleitos e outros bicudos eleitos já discutem e se articulam para ocupações de cargos no futuro governo ainda não conquistado.
Ítalo Mácola aposta que será o novo defensor geral, isto se não for para Secretaria de Justiça. André Dias jura que ocupará a Casa Civil. A esposa de um deputado federal quer assumir uma secretaria de peso. Suleima Pegado quer de volta o Detran. O Vieira talvez não possa reassumir a PM, mas influenciará na escolha do novo comandante. Kataoka na Emater? Pode ser. O PPS ficará apenas com duas secretarias e a vice.
Na Assembléia Legislativa, os funcionários estão apavorados com a possibilidade de Cilene Couto ser presidente do Poder, pois já a conhecem de outros carnavais, mas a força do Senador Mário Couto é decisiva nesta disputa.


4 opniões:
É Zé Carlos, se o Kataoka voltar a EMATER tenho pena dos Aposentados que ainda continuam trabalhando, pois o mesmo irá demitir novamente essas pessoas que foram reintegrados e os que se aposentaram neste quatro anos, claro sem indenizar, fazendo com que nova enxurrada de ações trabalhistas voltem para a Empresa e acabe inviabilizando o desenvolvimento da mesma.
Meu caro Zé.
Como sabes, acompanho por fora e à vezes por dentro algumas campanhas eleitorais,desde a de Jader, em 1082.
Quando eu redigia coluna política de jornais em Belém, era muito comum receber esse tipo de informação que agora publicas na internet. Naquele tempo a mídia se resumia aos jornais e ao insípido horário eleitoral.
Mas hoje os tempos são outros, é verdade, mas algumas informações que são divulgadas atualmente lembram,com a agilidade da internet, um pouco o noticiário informalque rondava os bastidores políticos até chegar às redações dos jornais.
Por que cito esse caso?
Bem, quando eu era um dos 'cardeais' da Primeira Coluna, na Província, certa vez recebi de uma fonte uma informação de que determinado candidato estava recebendo apoio no segundo em troca de loteamento no futuro governo.
Experiente nesse tipo de cobertura, retruquei à minha fonte que o que eu vinha apurando não combinava com a versão dele dos fatos.
Como a fonte tinha intimidade comigo, viu-se na obrigação de admitir que a informação não passava de suposições, aliás, que não se confirmaram quando o novo governo foi montado.
Assim que a fonte permitiu eu disse-lhe, educadamente, que sua intenção era 'plantar' notícia para criar clima de desconfiança e acirrar a disputa interna no referido partido.
Não é de outra maneira que vejo sua nota.
Não tomo partido nestas eleições no segundo turno. Minha participação se extinguiu na eleição proporcional.mas me vejo na obrigação de lhe fazer esse comentário para que você, quem sabe, reveja esse método de abordar questões políticas internas dos partidos, sejam eles quais forem.
Um cordial abraço do
Miguel Oliveira
Internas dos Partidos eu não abordo. Mas abordo aquelas que dizem respeito ao que é público, ou seja, a administração, o erário...
E você vendo a banda passar com muita inveja.
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