Venho fazendo um grande esforço para encontrar vantagens na divisão do Pará. É um esforço honesto, mas até agora havia avançado muito pouco. Hoje, porém, encontrei um senhor benefício ao Pará remanescente.
A manchete do O Liberal é: Pará é líder na lista suja do trabalho escravo no Brasil. Lá na página 5 do caderno Poder está publicado a relação de empresários, estabelecimentos e municípios. Ao conferi-la veio a primeiro vantagem. Se o Pará já estivesse dividido a manchete seria reescrita e ficaria assim: Carajás é líder na lista suja do trabalho escravo no Brasil.
Dos 45 estabelecimento e municípios onde se pratica o hediondo trabalho escravo, 90% estão localizados em áreas que o Senador do Tocantins pretende seja integrante do Estado do Carajás.


6 opniões:
discordo,
lider da lista suja de trabalho escravo é o marajó
Acho que o anônimo das 08:54 enganou-se de lista. Ou, então, ele dispõe de uma tão indecifrável quanto a atual lista telefônica, em que o Marajó lidera o trabalho escravo.
Na publicada, ontem, nos jornais é o "Carajás" o campeão de fato. Em tempo, uma outra vantagem, embora não tão significativa quanto a que você citou, seria a desobrigação de torcer pelo time comandado pelo João Galvão: Oh cara fanfarrão!
Não há dúvida de que uma área menor pode ser administrada de forma mais eficiente. Penso que não se pode debater sob o efeito da paixão, pois acho nosso Estado o mais rico em recursos naturais, o mais belo e, sendo o segundo em território, isso também me emocional. Mas sei que é dificil gerenciar um estado dessa dimensão, assim como é dificil Minas Gerais e, pela complexidade e densidade populacional, até São Paulo. O maior PIB do Estado ainda se concentra em nossa área, ou meso-região. O sul e sudeste do Pará já possuem um PIB considerável, mas o Oeste com certeza não. Assim, temos investido nessa áreas e isso, dada a condição que se estabelece, acaba inibindo o próprio crescimento, ou desenvolvimento dessa regiões. Boa parte desses recursos passariam a vir do Governo Federal e os nossos seriam destinados em maior volume, por exemplo, para o Marajó. Continuariamos crescendo, melhorando nossos indices de desenvolvimento e cuidando, realmente, de nossa gente.
Um Abração, bom regresso.
Tê-los aqui Jorge e João Raimundo, um em cima e o outro em baixo, é uma honra. Feliz 2010 a vocês e família.
Antes de dividir o Pará, precisamos conversar sobre o pacto federativo. O Brasil pode sim deixar de ser uma federação e transformar-se em um estado nacional, mas isso tem que ser dito e ficar claro na nossa Constituição. Porém, enquanto formos uma federação de estados, cada unidade deve ser respeitada com o tal. Não pode um senador do Tocantins se arvorar a dividir o Estado do Pará sem que os dirigentes deste estado sejam consultados. Não pode São Paulo endividar o país e sugar o esforço nacional para financiar seu desenvolvimento. Não pode o Pará ter celulose e caulim e não poder misturar para fazer papel de qualidade. Não pode ter-mos recursos naturais e ser amaldiçoados com pobreza e punição por isso.
Depois de restabelecer as regras da federação, ai, por conveniência administrativa, podemos dividir o território nacional em tantos estados quanto forem necessários ao bem estar da população.
Caro Zé Carlos, você como um político da região - nativo - não deveria simplesmente ver o que os outros falam sobre ser a favor ou ser contra a divisão, isso ajuda tambem, afinal de contas é uma forma de se contextualizar. Porém ao meu ver, me questiono sobre o teu trabalho quanto a isso, quais dados você construiu ou levantou sobre ser a favor ou ser contra essa divisão? Se você não fez nada disso, pra mim, você não passa de mais que fala sem contribuir no debate. Se não ha estudo de viabilidade da divisão, faça um!
iccreio eu que ao invés de ficarem,descutindo quem tá certo ou errado deveriam na verdade procurar,fatos,rais par abrir os olhos do povo paraense,sabe-se que tudo isso é jogo politico e querem que o povo decidam certo?então deixe de ser marrarento e mostrem,o que irá se perder,ou se é que tem oque irá se ganhar a final vocês estão mais por dentro que nós,mesmos os eleitores.
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