A Batalha do Riozinho do Anfrizio

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Estou lendo e recomendo o livro de André Costa Nunes “A Batalha do Riozinho do Anfrisio”.

O leitura do Riozinho é muito gostosa e nos leva a uma bela viagem pelos rios do Pará, no período da borracha, pelo Vale do Xingu, numa linguagem típica, com expressões toda nossa, paraense mesmo. Viajei e revivi minha infância, sou filho de arigó.

A leitura do Livro me ajudará muito nos debates que estou participando sobre o aproveitamento hidrelétrica do Rio Xingu com a construção de Belo Monte.

Quando concluir, volto aqui para um comentário mais completo, agora só estou recomendando a leitura para os amigos.

7 opniões:

Anônimo disse...

Zé, que tal tu voltares ao passado e fazermos uma campanha para que a Marko Engenharia plante aquelas oito arvores adultas plantadas na calçada que ela derrubou que voce jurou que iria multar tal firma e mandar ela plantar o que derrubou?
Pedro Carvalho

José Carlos Lima disse...

Seu Pedro
Já lhe forneci as explicações legais sobre o caso.

Anônimo disse...

Caro Zé Carlos.
Qual o motivo de os fortes de dinheiro fazerem o que querem aqui no Pará? Se fosse eu um simples mortal que tivesse feito esta barbarie, certamente eu estaria preso, como foi uma grande construtora tudo acertado e nada acontece. Que tal mudarmos de postura, temos que combater quem derruba arvores, quem desmata e etc. Por isto conclamo voce como Presidente do Partido Verde no Estado para acabarmos com este abuso destas construtoras que a primeira coisa que fazem ao quererem construir alguma coisa derrubam as arvores fronteiriças. Que tal o PV encampar esta idéia?
Pedro Carvalho

Anônimo disse...

A SEMMA deveria ser mais enérgica com os desmatamentos em Belém, não acha Zé? Vistes a entrevista do geógrafo da UFPA em O Liberal sobre o problema? E vocês que estão na SEMMA? Faz de conta que não é com vocês, não é Zé?

Durval de Souza Filho disse...

Zé, Acabo de ler A Batalha do Riozinho do Anfrisio do velho xipaya filho de arigó, André Nunes. Já havia feito antes pelo menos três viagens pelo alto xingu. Na primeira,subi até a volta grande em companhia do principe Adalberto da Prússia. A segundo descendo o rio, em companhia do antropólogo KARL VON DEN STEINEN. E, por, último subi e desci o belo Xingu em companhia de um casal de anarquistas: Henri e Octavie Coudreau; Ele geógrafo e ela cartógrafa e fotógrafa. De qualquer forma, nenhuma destas viagens foi tão intensa quanto a que acabo de fazer em companhia o André Nunes. Fiz a viagem num só fólego como bem deve ser uma subida pelas corredeiras do Xingu. Depois que peguei o Livro com o Jarbas Vasconcelos não parei de ler, até tivesse a última pagina sido devorada. O André merece um premio pelo sua obra. Grande Abraço, nós nos encontraremos em breve na embocadura do Riozinho do Anfrisio. Lá o companheiro Raimundo Belmiro dos Santos e sua família nos esperam para uma boa prosa.Não vejo o raimundinho deste o tempo que eu o acompanhei até o Palácio do Planalto para que este recebesse o Prêmio de Dreitos Humanos. Me vem acora á cabeça que raimundinho, pelo seu sobrenome bem pode ser descendente de Benvindo. Abraço Souza

Durval de Souza Filho disse...

Zé, mais uma coisa: O Coudreau, que mencionei no post anterior, quando nem se cogitava BR 163, Transamazônica e Belo Monte, vislumbrou a construção de uma Estrada de Ferro que Ligaria Belém ao Pacífico, incluindo no percurso, a região do Xingu.

Anônimo disse...

Good post, adding it to my blog now, thanks. :)

 

Posts Comments

©2006-2010 ·TNB