O PV está e vai se renovar

sexta-feira, 25 de março de 2011

O PV começou um processo nacional de modernização. Estamos nos atrapalhando neste início de discussões, pois existem os que querem um partido melhor, mais democrático e moderno e outros que desejam o controle da máquina para os seus projetos particulares.
Estou participando ativamente deste debate, filiado a primeira corrente. Já fiz isto quando era filiado ao PT, mas lá eu e muitos perdemos, o PT piorou e acabou passando por muitos apuros, até chegar ao mensalão, auge dos seus desgastes.
O PV que defendo é um partido que tem três setores distintos. A direção. Os mandatários. Os apoiadores da sociedade, que Marina chama de setores vivos. A sabedoria será encontrar os pontos de contatos e equilíbrio para termos um PV sempre oxigenado.
A direção precisa ser legitima para exercer sua missão de arbitrar os rumos, ouvindo os demais setores. Escolher democraticamente seus membros, sem contudo cair num assembleísmo manipulável, parece ser um caminho a seguir.
A bancada deve ter vida partidária e estar aberta a receber contribuições dos filiados, entendendo que seu papel é ouvir a sociedade e fazer o PV o grande defensor dos seus anseios. Os nossos mandatários precisam ter comportamento ético e reputação ilibada, servindo ao publico e não servindo-se do publico.
Os organismos vivos da sociedade precisam ser valorizados na nova forma de organização, desempenhando um papel de oxigenador das estruturas partidárias, para que nem um dos membros corra perigo de necrosar.
Como chegar a está estrutura ideal? Só tem um caminho que é o debate democrático, aberto e honesto.
Este será meu último esforço político. Espero fazê-lo com muita tranqüilidade. Se não der certo e o debate não for além da troca de comando da legenda, saio da vida partidária e me recolherei a minha insignificância.
Os políticos e os partidos dizem defender o povo, mas servem para defessa de interesses mesquinhos dos seus donos. O PV é diferente e pode ainda ser melhor, funcionando como um instrumento de mudanças para uma sociedade justa e ambientalmente equilibrada, porém corre o risco de ficar igual aos demais e com isto não concordarei. Se por ventura acontecer o pior, deixo a vida partidária e vou cuidar de outras lutas, pois nunca precisei de cargo ou mandato para defender as idéias que acredito serem as melhores.
zecarlosdopv@gmail.com

4 opniões:

Blog do Brução disse...

Zé 2012 está ai, o que deve ser feito, é o que já se iniciou, fundar diretórios nos munícipios e buscar candidatos a Prefeitos, pois o PV tem todas as condições de eleger comandantes no Executivo, ai sim, fortaleceremos o Partido e não precisaremos ser marionetes de PSDB, PMDB e PT. Falando nisso, tenho até que verificar comos está a situação do partido na minha terrinha de coração.

Jefferson disse...

Amigos, realmente acredito muito no PV, e se as pessoas não pensarem apenas nos corruptos fiéis do PT, com certeza O PV vai sim se renovando, chegando o ponto de acabar com essa "MAMATA" de corrupção que eles tem, pois o LULLA é um, aquele corrupto-nato que se chama JOSÉ GENOINO é um mentiroso que agora bater ponto, e hoje se encontra com o burro do TIRIRICA!!!!! É lamentável mesmo o jeito com que os brasileiros ao todo continuam a preferir o PT!!!!! O grande erro dos brasileiros está aí!!!!!!!!

Anônimo disse...

Já é tempo de superar um dos piores malefícios da democracia representativa: o leilão da sigla e o aluguel da consciência. Eles identificam os agentes de uma imensa legião de usufrutuários do poder. Com toda a razão, já disse o escritor e político Mariano José Pereira da Fonseca (1773-1848), o marquês de Maricá, em uma de suas máximas: “há homens que são de todos os partidos, contanto que lucrem alguma coisa em cada um deles”.

Anônimo disse...

O partido político é uma associação duradoura de cidadãos para representar a coletividade na direção dos assuntos públicos do país. A função representativa e a função de titularidade não podem caminhar separadas. Somente com a primeira, não se consegue o exercício do poder administrativo do Estado, que é a chave para atender às demandas públicas. E, apenas com a segunda, o mandatário deixa de representar efetivamente o cidadão para consumir-se no exercício fisiológico do cargo. Em sua expressão democrática, o partido político deve ser um instrumento efetivo e permanente da esperança popular, ou, em outras palavras: deve ser o ponto de encontro entre o cidadão e a urna. Segundo a Constituição e a Lei n.º 9.096/95, ao partido político cabe assegurar, no interesse do regime democrático, “a autenticidade do sistema representativo” e “defender os direitos fundamentais definidos na Constituição Federal”.

 

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