O Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará vem a público repudiar veementemente qualquer forma de cerceamento de liberdade de expressão e, sobretudo, de liberdade de imprensa.
A livre manifestação de pensamentos, de idéias e opiniões é um dos aspectos primordiais para garantia do Estado Democrático de Direito e, o desrespeito a isso representa um duro golpe ao livre exercício da nossa profissão, que pode ser claramente tipificado como censura, ferindo uma das principais bandeiras de luta deste Sindicato.
É papel da imprensa na sociedade democrática a divulgação correta, ética e precisa da verdade, por isso, o Sindicato acredita que os veículos de comunicação, como o Jornal Pessoal, do Jornalista Lúcio Flávio Pinto, devam servir e servem ao interesse público.
Por último, o Sindicato dos Jornalistas apela às autoridades competentes, especialmente, às do Judiciário, para que assegurem a plena vigência dos direitos basilares da Constituição – o acesso à informação e a liberdade de expressão, contra aqueles que mais uma vez tentam calar a voz de um dos jornalistas mais respeitados no nosso Estado e do País.
Nosso apoio a Lúcio Flávio Pinto.
Enviado do meu BlackBerry® da Oi.
Não vai
35 minutos atrás


3 opniões:
Lúcio Flávio é exemplo de luta em defesa de um Estado onde o povo vive sob os pés de juízes como o Sr. Antônio, controlado pelo poder de mando dos Maiorana. Se no resto do país os representantes da justiça são corruptos, no Pará a coisa é pior. Tanto no judiciário, executivo ou legislativo daquele estado, alternam-se pessoas de pior índole possível. Há uma luta desleal entre Maioranas e Lúcio. Mesmo assim, o humilde jornalista tem vencido uma batalha contra gigantes corruptos. Embora os Maiorana possuam dinheiro, Lúcio possui inteligência. Coisa que sempre faltou aos donos do Grupo O Liberal. Para entender um pouco a realidade econômica de O Liberal, há muito o jornaleco dos Maiorana (desvinculado do IVC) perde para o Diário do Pará, feito do início ao fim por focas que sequer conseguem escrever corretamente uma única frase, mas que vende por estampar todos os dias gente morta, vítimas trucidadas pela violência provocada por ícones da corrupção, como Jader Barbalho. O Haiti é ali.
Flávio Oliveira
Jornalista, escritor e publicitário
Lúcio Flávio é exemplo de luta em defesa de um Estado onde o povo vive sob os pés de juízes como o Sr. Antônio, controlado pelo poder de mando dos Maiorana. Se no resto do país os representantes da justiça são corruptos, no Pará a coisa é pior. Tanto no judiciário, executivo ou legislativo daquele estado, alternam-se pessoas de pior índole possível. Há uma luta desleal entre Maioranas e Lúcio. Mesmo assim, o humilde jornalista tem vencido uma batalha contra gigantes corruptos. Embora os Maiorana possuam dinheiro, Lúcio possui inteligência. Coisa que sempre faltou aos donos do Grupo O Liberal. Para entender um pouco a realidade econômica de O Liberal, há muito o jornaleco dos Maiorana (desvinculado do IVC) perde para o Diário do Pará, feito do início ao fim por focas que sequer conseguem escrever corretamente uma única frase, mas que vende por estampar todos os dias gente morta, vítimas trucidadas pela violência provocada por ícones da corrupção, como Jader Barbalho. O Haiti é ali.
Flávio Oliveira
Jornalista, escritor e publicitário
Liberdade de expressão JÁ! É fundamental que este sindicato torne pública a sua solidariedade - não só por aqui. Tem que denunciar. Enviar essa nota para os veículos de comunicação no Pará e no Brasil! Apoio e ação!
Postar um comentário