O JB fechou as portas. Encerrou suas atividades depois de muitos anos de noticias e polêmicas.
Aqui no Pará perdemos o Estado do Pará e A Província do Pará. No lugar destes dois Jornais ficaram o Diário e O Liberal. Todos nascido de partido políticos e assim vivem até hoje.
O Diário do Pará é o informativo do PMDB e O Liberal tenta se livrar de ser um boletim partidário dos baratistas. Baratistas não são mais, os baratistas históricos foram se alojar na redação do concorrente.
Se pelo menos uma terceira versão para os fatos brotasse dos meios acadêmicos e literários? Sonho com o equilíbrio.


2 opniões:
Seu Zé, há muito tempo, graças a Deus nós temos no Pará e no Brasil a chamada imprensa alternativa, muito mais independente e imparcial se comparando com as empresas jornalísticas como as citadas na postagem. Contamos também hoje com a blogosfera e dessa forma nos sentimos muito mais isentos das influências comerciais e políticas da grande imprensa. Aqui no Pará, por exemplo, temos o Jornal Pessoal do Lúcio Flávio Pinto que nos baliza a respeito de vários assuntos de extremo interesse da sociedade e que passam ao largo da grande mídia. Aliás, Lúcio, é sem dúvida, o maior e melhor jornalista paraense de todos os tempos. Perto dele só o Lavor Papagaio, um dos pioneiros da imprensa paraense, pré-cabanagem.
Meu querido amigo,
Acho que o golpe de 64 deu a nova(?) roupagem para o jornalismo conservador de O Liberal. Perceba que por questões empresariais eles mudaram o tratamento dispensado ao Governo do Estado, no entanto, seus articulistas e noticiário de agência repete a tendência nacional dos jornalões anti-povo.
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