Os partidos e seus candidatos estão encontrando dificuldade de acessar o povo. É isso mesmo. Não tem comício, os partidos, sozinhos, não conseguem chamar a sociedade para ouvi-los. Nos programas eleitorais da televisão e rádio apenas os majoritários tem um pouco da atenção. Os proporcionais, se quiserem ser ouvidos e conquistar votos, tem que rebolar muito.
Num quadro assim só recorrendo ao auxílio de intermediários. E quem são estes intermediários? Sindicatos, associações, movimentos organizados, grupos culturais, Igrejas, lobistas ou agenciadores de votos, as chamadas lideranças ou cabos eleitorais.
Estes organismos aglutinam pessoas e formam redes de interesses, depois negociam com os interessados o apoio em troca do atendimento de suas demandas. Muitas vezes se a demanda for atendida até deixam de considerar o passado do pretendem.
O custo destes atendimentos implicam somas de dinheiros e outras estruturas que a maioria não tem com atender e, mesmo sendo uma promessa de bom política, ficha limpa, preparado intelectualmente, com experiência acumulada, ficará sem o apoio e perderá as eleições.
O quadro que estou testemunhando é preocupante para o futuro da democracia brasileira, creiam nisso.


1 opniões:
Fala Zé. É isso ai meu camarada é nesses interesses intermediários que são aportados aqueles tantos milhares de reais que foram notificados ao TRE, isso, em detrimento dos verdadeiros interesses da sociedade paraense, tão rica e tão carente de serviços básicos. E parece que essa cortina de fumaça só faz crescer a cada eleição.
Vamos ver se fazendo uma discussão serena, tranquila, equilibrada e propositiva consigamos alçá-lo como nosso representante em Brasília. O Pará merece, o Brasil merece.
Muito axé!!!!!!!
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