Judiciário e Ministério Público resolveram assumir o executivo

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Nos últimos dias o MP e o Poder Judiciário resolveram atacar em todas as frentes, assumindo o papel do Poder Executivo.
O MP foi as ruas e executou apreensão de máquinas de açai, não seria esse o papel da vigilância sanitária?
A Juíza mandou exonerar a dirigente da FUNCAP, como é um cargo de confiança do Poder Executiva, não seria essa uma prerrogativa da Governadora constitucionalmente eleita? Afinal esta competência é exclusiva e está prevista da Constituição Estadual.
A Justiça mandou o Governo demitir funcionários públicos temporários, cabe?
A Juiz suspendeu uma importante obra pública, por medida liminar em Ação Civil Pública, levando em conta apenas os argumentos do Ministério Público, sem ouvir as razões do Estado e do Órgão Municipal Licenciador, embora esteja amparado legalmente, não seria prudente ouvir as partes antes da decisão?

7 opniões:

Anônimo disse...

Zé Carlos: Quando se estar certo ninguem acha defeito. Desde o inicio desta devastação deste Parque Ambiental que todos dizem que esta tudo errado, somente voce e o Governo é que diziam que tudo estava correto. E agora como é que fica? Como esta correto acabarem com um parque ambiental muito mais por quem tinha o dever de preservar? Quanto ao afastamento da Presidente da FUNCAP pela justiça, gostaria que voce lesse o Artigo 95 do Estatudo da Criança e do Adolescente que voce verá que a justiça tambem tem razão. Quanto as compras de quase 100 milhões feitas pela SEDUC sem licitações é facil se comprovar o seu superfaturamento alem de não ter tido licitação para esta compra de um grande montante, para voce ter uma idéia deste montante tenho quase que certeza sem o gasto de pessoal a Secretaria que voce é o Secretário não tem um orçamento anual desta monta , vá em qualquer esquina e veja o preço de uma agenda, de uma mochila e de 2 camisetas e certamente voce verá que teve alguma coisa errada que felizmente o Ministério Publico notou. Para a felicidade dessa gente infelizmente nada acontecerá com estes responsaveis, pois nesta terra só quem está preso é ladrão de galinha.

Anônimo disse...

Se eu fosse do Judiciário ou do Ministério Público, Zé Carlos, a esta hora voce estaria vendo o sol quadrado fazendo companhia ao seu amigo Paulo Castelo Branco. Como pode uma pessoa investido de Autoridade zombar da justiça e do Ministério Público.Mas certamente com isto vc quer mostrar ao Dulciomar e a Ana Julia que está a seviço dos mesmos para fazer qualquer negocio para manter seu cargo, da sua esposa e dos seus apaniguados. Zé Carlos, somente aqui no Pará é que o Partido Verde apoia a destruição de um parque ambiental.

Ivan Santana disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Servidores no porão
O Sindicato dos Servidores do Judiciário vai pedir à presidência do TJEPA que reveja a mudança física do departamento de patrimônio do tribunal. É que todas as pessoas que trabalham lá foram transferidas para o porão do prédio do TJE na Almirante Barroso, que a grosso modo pode ser descrito como lugar completamente insalubre. O Sindicato pretende, caso não seja provida a reclamação, ingressar com pedido junto ao Ministério do Trabalho para avaliação de insalubridade.
Postado por Franssinete Florenzano às 13:13

Anônimo disse...

Zé - Conheço toda a sua trajetoria, porque agora voce esta censurando os comentários das pessoas que acessam o seu Blog? A vida não é de só acertos, as vezes erramos! Zé publique os comentários, os comentários é que fazem o Blog.

Anônimo disse...

Ivan onde é que tem "Camara Estadual"?

Anônimo disse...

Sabe aquelas lombadas "malacabadas" que infelizmente são comuns nas ruas de Belém? Pois é isso! É o que eu chamo de - vácuo de poder. Quando o poder público não faz, a população à sua maneira faz. Então, é esse tergiversamento dos poderes constituídos que acaba criando essas anomalias por vezes aberrantes, mas a roda da História tem que girar, duela a quem duela!

 

Posts Comments

©2006-2010 ·TNB