Hoje está na pauta o caso de Jader Barbalho. Seu advogado é o preferido dos paraenses com processos no TSE, José Eduardo Rangel de Alkmin, número processo é RO 64580, o relator é o ministro Arnaldo Versiani. Vamos aguardar, mas o prognostico não é bom.
O fim do “Lixão de Gramacho”
1 hora atrás


1 opniões:
Zé
O TSE tá com a macaca. A cruzada moralizadora esta atravessando o pais.
Na brincadeira de conceitos, pesa daqui, eles dizem em uma palavra que "uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa"; pensam que as convenções eleitorais são como os altos salários que caem sempre no primeiro dia útil do mês, ou melhor, que do nada alguns maluvos reunem até o fim de julho do ano eleitoral e escolhem os candidatos e ai, finalmente, do nada. começa o que pensam ser processo eleitoral.
Ou seja, a democracia que requer os partidos, nao oferece tempo aos partidos para a preparação interna de suas candidaturas. Então, como disse, é como se os dignos cruzados recebecem seus altos salários sem sequer fazer muita coisa ( e eu digo que eles fazem, viu, nem sempre as melhores coisas, desde minha humilde ótica);
Mas é divertido e trágico assistir essa brincadeira conceitual, essa invenção perigosa, na realidade, como se tudo fosse possível mediante a interminaval aventura da interpretação jurídica. Bons tempos o do positivismo quando ao menos se tinha o cuidado com a regra interpretativa.
Agora, que se dizem pós positivistas, interpretam sem regra alguma, dizendo que isso é alternativa.... o Rauzito era autêntico na sua autêntica sociedade alternativa....VIVA...
Aqui não é tudo da lei, porque esse interpretativismo modista nos faz crer que não há regra alguma,.,,, tudo é da conveniência. è só ver o que e como se decide, que um dia vemos uma coisa e amanhã o seu contrãrio e, quando pensamos que voltaram atrás, não voltaram nada.... foi tudo um erro, de quem estava perto e viu alguma coisa, é calro, não deles.
Zé, eles descobriram que podem sopesar.....pesar dali, pesar daculá, mas o problema que sempre eles dizem que uma vez uma coisa vale mais e em outra oportunidade a oportunidade vale mais.
É essa coisa, de regras daqui, princípios de lá, e vão invocando de matinta pereira a ALexy. de Habermas àquela entidade do mangue, e dizem que "acham" (e olha que eles acham muito...) e como é do jargão, dizem sempre "...não vislumbrei..." eles vislumbram muito pouco mesmo, aliás, só vislumbram quando alguns poucos lhes ajudam com uma espécie de óculos....
Caro amigo, o moralismo é muito legal, mas muito perigoso. Como disse o Ministro Marco Aurélio, um dos problemas é que o Chicote por vezes muda de mão.
De tudo digo. A Lei tardou a vim. Mas ainda espero que o STF recupere a dignidade do direito e o limite da interpretação jurídica.
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