Custo de campanha

No O Liberal deste domingo, sob o título "Campanha de R$ 3,2 bi no Pará", os jornalistas Thiago Vilarins e Juliana Rabelo, fazem uma excelente abordagem sobre gastos de campanha e a enorme influência do poder econômico no processo eleitoral brasileiro.
Claro que numa matéria deste tipo, muita coisa ainda poderia ser abordada, mas o destaque para a discrepância entre o patrimônio dos candidatos e o que pretendem gastar foi suficiente para mostrar que é necessário fazer a reforma política.
A reforma deve criar regras claras para que o mais simples eleitor entenda todo o processo e saiba os seus mínimos detalhes. Mas deve discutir e criar regras, principalmente, para o financiamento de campanha. O que você acha sobre o financiamento público?
A idéia é que as campanhas sejam democráticas e que um candidato pobre tenha as mesmas condições de apresentar-se ao eleitor que um rico.
O abuso do poder econômico é visível no atual pleito, basta ver pelo numero de placas nas ruas. Existe até candidato usando helicóptero nos seus deslocamentos. Isso, sem falar, nas despesas que não vão ser computadas, tal como a compra direta de votos, praga sempre bem presente nas campanhas.
Sei que é difícil chegar-se a regras eleitorais dos sonhos, mas vamos pelo menos tentar.
Enviado do meu BlackBerry® da Oi.
 

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