Dr. Evaldo Pinto explica por que a OAB decidiu participar da equipe de transição?

Solicitei a diretoria da OAB-Pa uma entrevista onde indaguei o seguinte: As razões pelas quais a OAB aceitou participar da transição? Qual é o objetivo da Ordem neste processo de transição? Como serão disponibilizadas as informações sobre o trabalho dos membros da Ordem para o conhecimento dos advogados paraenses e da sociedade?

Recebi, agradeço a gentileza e publico as repostas enviadas pelo nosso vice-presidente, dr. Edvaldo Pinto.

EVALDO

A OAB é uma instituição que opera em um duplo viés, sendo um de regulamentação, fiscalização e defesa da advocacia, que acaba sendo seu fim precípuo. A outra atividade esta vinculada a defesa social, do estado democrático de direito, do aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídica.

Nesse diapasão, tem se firmado, historicamente, como serviço público a disposição da sociedade civil. Seu posicionamento firme na defesa social tem a credenciado para gerenciar crises e propor ações em favor da sociedade em geral ou determinados tipos sociais. Assim, sempre que o assunto for de interesse publico, a OAB tem legitimidade ativa para agir.

No caso da transição do governo do estado, temos que lembrar os princípios da impessoalidade e continuidade da administração publica. A alternância no poder tem se demonstrado salutar ao exercício da democracia, e quanto menos traumática for, melhor para a sociedade. Se for desejo dos governantes que haja uma equipe de transição, que possa minimizar os impactos, da alternância na Administração, e que a OAB participe dessa equipe como legitima representante da sociedade civil, estamos dispostos, como sempre, a prestar mais este relevante serviço a democracia e a administração publica.

Assim, quando for formada a equipe, estaremos participando de todos os atos, sendo nossa equipe constituída pelos diretores Evaldo Pinto, Alberto Campos e Jorge Medeiros, além dos conselheiros Raphael Vale e Robério d'Oliveira.

Belém está perdendo áreas verdes

Belém

É sensível a perda de áreas verdes da Cidade de Belém. Quem olha no mapa verifica que são poucas as manchas verdes sobrevivem na área continental de Belém. As maiores são o Museu Emilio Goeldi, o Bosque Rodrigues Alves, O Parque Ecológico de Belém, o Parque Ecológico do Utinga, aeroporto internacional, Paracuri e a área da Embrapa. O que fazer para preservar este pouco verde existente e criar novas áreas?

A decisão mais acertada é a de preservar as áreas atuais, uma vez que extremamente impossível obtermos novas áreas verdes, pois para isso será preciso desapropriar área atualmente ocupadas e em uso por particulares, para regeneração florestal. O movimento é justamente na direção inversa.

As áreas apontadas acima, as únicas que nos restam no continente, são todas protegidas por lei ou em estágio de proteção, mas não estão passíveis de reversão para outros usos, principalmente o habitacional, pois é grande a procura por espaços para construção de empreendimentos habitacionais.

Além da procura do setor imobiliário por novos espaços para os seus empreendimento, a Cidade reclama a construção de novos equipamentos urbanos, como escolas, postos de saúde, prédios administrativos e novas vias públicas para suportar a chegada diária de novos veículos que de hora em hora são incorporadas a frota já existente.

A perda de áreas verdes já é dramática e reclama um movimento de conscientização de toda Belém. Os quintais grandes já não existem mais e os grandes terrenos estão sendo adquiridos para novos prédios.

Os pesquisadores, ambientalistas, amantes do verde e os defensores de uma cidade sustentável, contando com apoio do órgão público ambiental, precisam urgente dar as mãos em defesa do que resta de área verde de Belém. Se não for assim, como será Belém no aniversário de 400 anos?

Resultado do Censo 2010

Município População em 2010 População em 2000
Abaetetuba 139.749 119.152
Abel Figueiredo 6.752 5.957
Acará 53.435 52.126
Afuá 34.707 29.505
Água Azul do Norte 24.980 22.084
Alenquer 51.326 41.784
Almeirim 33.301 33.957
Altamira 94.624 77.439
Anajás 24.332 18.322
Ananindeua 456.316 393.569
Anapu 20.242 9.407
Augusto Corrêa 40.469 33.011
Aurora do Pará 26.427 19.728
Aveiro 15.261 15.518
Bagre 23.820 13.708
Baião 36.574 21.119
Bannach 3.409 3.780
Barcarena 94.641 63.268
Belém 1.351.618 1.280.614
Belterra 16.313 14.594
Benevides 51.104 35.546
Bom Jesus do Tocantins 15.184 13.106
Bonito 13.630 9.814
Bragança 112.285 93.779
Brasil Novo 15.401 17.193
Brejo Grande do Araguaia 7.300 7.464
Breu Branco 52.422 32.446
Breves 92.283 80.158
Bujaru 25.700 21.032
Cachoeira do Arari 20.311 15.783
Cachoeira do Piriá 26.333 15.437
Cametá 120.897 97.624
Canaã dos Carajás 26.188 10.922
Capanema 62.454 57.119
Capitão Poço 50.774 49.769
Castanhal 168.559 134.496
Chaves 18.242 17.350
Colares 11.368 10.632
Conceição do Araguaia 44.983 43.386
Concórdia do Pará 28.208 20.956
Cumaru do Norte 10.391 5.978
Curionópolis 18.212 19.486
Curralinho 28.343 20.016
Curuá 12.183 9.224
Curuçá 33.358 26.160
Dom Eliseu 51.138 39.529
Eldorado dos Carajás 31.432 29.608
Faro 7.858 10.037
Floresta do Araguaia 17.002 14.284
Garrafão do Norte 24.902 24.221
Goianésia do Pará 30.437 22.685
Gurupá 29.017 23.098
Igarapé-Açu 35.677 32.400
Igarapé-Miri 57.640 52.604
Inhangapi 9.331 7.681
Ipixuna do Pará 51.453 25.138
Irituia 31.151 30.518
Itaituba 95.210 94.750
Itupiranga 50.779 49.655
Jacareacanga 13.597 24.024
Jacundá 50.441 40.546
Juruti 46.560 31.198
Limoeiro do Ajuru 25.005 19.564
Mãe do Rio 27.735 25.351
Magalhães Barata 8.115 7.693
Marabá 224.014 168.020
Maracanã 28.291 27.571
Marapanim 26.418 24.718
Marituba 108.223 74.429
Medicilândia 26.441 21.379
Melgaço 24.526 21.064
Mocajuba 26.686 20.542
Moju 68.070 52.941
Monte Alegre 54.238 61.334
Muaná 33.979 25.467
Nova Esperança do Piriá 20.124 18.893
Nova Ipixuna 14.605 11.866
Nova Timboteua 13.644 11.406
Novo Progresso 24.820 24.948
Novo Repartimento 58.553 41.817
Óbidos 47.938 46.490
Oeiras do Pará 28.595 23.255
Oriximiná 61.125 48.332
Ourém 16.188 14.397
Ourilândia do Norte 27.511 19.471
Pacajá 38.895 28.888
Palestina do Pará 7.411 7.544
Paragominas 97.459 76.450
Parauapebas 149.411 71.568
Pau D'Arco 6.027 7.124
Peixe-Boi 7.800 7.760
Piçarra 12.703 12.671
Placas 23.806 13.394
Ponta de Pedras 25.838 18.694
Portel 52.121 38.043
Porto de Moz 33.926 23.545
Prainha 28.950 27.301
Primavera 10.221 9.718
Quatipuru 12.402 10.905
Redenção 72.908 63.251
Rio Maria 17.590 17.498
Rondon do Pará 46.944 39.870
Rurópolis 40.014 24.660
Salinópolis 37.367 33.449
Salvaterra 20.027 15.118
Santa Bárbara do Pará 17.031 11.378
Santa Cruz do Arari 8.115 5.255
Santa Isabel do Pará 59.386 43.227
Santa Luzia do Pará 19.403 19.400
Santa Maria das Barreiras 17.162 10.955
Santa Maria do Pará 23.031 20.850
Santana do Araguaia 53.871 31.218
Santarém 291.122 262.538
Santarém Novo 6.131 5.434
Santo Antônio do Tauá 26.538 19.835
São Caetano de Odivelas 16.836 15.595
São Domingos do Araguaia 22.983 20.005
São Domingos do Capim 29.802 27.405
São Félix do Xingu 90.908 34.621
São Francisco do Pará 15.018 14.245
São Geraldo do Araguaia 25.306 27.646
São João da Ponta 5.265 4.035
São João de Pirabas 20.596 17.484
São João do Araguaia 12.232 12.247
São Miguel do Guamá 51.428 41.366
São Sebastião da Boa Vista 22.758 17.664
Sapucaia 5.047 3.796
Senador José Porfírio 12.743 15.721
Soure 22.849 19.958
Tailândia 79.282 38.435
Terra Alta 10.243 8.261
Terra Santa 15.057 14.592
Tomé-Açu 55.538 47.273
Tracuateua 27.442 22.743
Trairão 15.985 14.042
Tucumã 33.084 25.309
Tucuruí 96.343 73.798
Ulianópolis 43.345 19.254
Uruará 51.167 45.201
Vigia 47.845 40.176
Viseu 56.030 51.090
Vitória do Xingu 11.726 11.142
Xinguara 40.558 35.220
Total: Pará 7.443.904 6.192.307
Total: Região Norte 15.484.929 12.900.704

Índice FIRJAN de Desenvolvimento Humano

O índice de desenvolvimento do Pará divulgado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro revelou que o município de Paragominas, cantado em prosas e versos, não é tão bom assim como propagandeiam seus defensores.

Paragominas ocupa a 39ª posição geral, mas é 50º no ranking de emprego e renda e 77º na área de saúde. Paragominas melhora um pouca na educação, mesmo assim, ainda ocupa a 16º posição, atrás de Rondon, Abel Figueiredo, por exemplo. Com a palavra o prefeito Adnan e o deputado eleito e vice presidente da FIEPA, Sidney Rosa.

As razões da derrota de Ana Júlia

O marqueteiro Chico Cavalcante enumera, em entrevista ao Diário do Pará, as razões da derrotada de Ana Júlia. Aponta três: o desenvolvimento como eixo de campanha; a imagem apresentada da Governadora era a antítese da guerreira, lutadora, destemida, da mulher sintonizada com o povo, da mulher que fez sua trajetória a partir dos movimentos sociais; e fugir do confronto. E atribui os erros todos a Link, agência baiana responsável pela campanha.

Para Chico, a campanha não foi capaz de responder a ataque simples, como aquele que responsabilizava a Governadora pela perda da Copa. Acrescento outro, que nunca recebeu resposta, o que dizia que “se Lula ajudou, ela atrapalhou.”

Chico tem razão, aqui no Pará temos bons profissionais, o próprio Chico e o Orly Bezerra são exemplos de excelentes marqueteiros políticos, conhecedores profundos da técnica e das manas nortista e paraense de disputar eleições, isto conta muito.

Palacete Azul de Bragança

Conheça o Palácio Episcopal da Diocese de Bragança

Bicicleta treme-terra bragantina

Conheça a mais nova invenção pertubadora do silêncio bragantino é a Bike Treme-tudo. Imaginem o barulho que sai desta geringonça.
Enviado do meu BlackBerry® da Oi.

Ibama licencia obra do linhão de Tucurui

http://www.d24am.com/amazonia/meio-ambiente/ibama-licencia-obra-da-linha-tucuruimanaus/10591
O Pará contribuindo com a Amazonia cederá energia de Tucurui para acender as luzes durante a copa em Manuas.

Este é o Rian, vendedor de ajiru da Praia de Ajuruteua

Não quero fazer inveja, mas não é linda a Praia de Ajuruteua

A Praia de Ajuruteua, Bragança, Pará, é, ainda, uma das melhores praias do Estado. O bom é frenquenta-lá dia de sábado. Pouca gente, mas bragantinos nativos. Não tem carro som. Até os preços são melhores e os garçons dão mais atenção.
O Rian, um pequeno vendedor de ajiru , seis anos, vem me oferecer suas frutinhas. Converso muito com ele. Seu sonho, ser pescador como o pai.
 

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