O PT espera o que?

Todos os sinais exteriores demonstram que o PMDB não fechará apoio a reeleição da Governadora Ana Júlia no primeiro turno. 

Não fecha por que? Como o PMDB não é um bloco monolítico, só é possível um acordo com o Partido que atenda os interesses internos que, diga-se a bem da verdade, são muitos e não tem espaço para contentar a todos.

Não acredito em acordo. O PMDB deve lançar candidatura própria no primeiro turno e esperar o resultado nacional para decidir o que fazer na etapa seguinte.

Vamos a Copa do Mundo.

Jader Barbalho está na Veja

Numa matéria sobre Ficha Suja, a Revista Veja desta semana lista Jader Barbalho com um dos políticos que está respondendo a cinco processo no STF e que estará fora do alcance do projeto aprovado pelo Senado. Em outras palavras, Jader nesta eleição pode concorrer ao cargo que quiser e que o povo permitir.

Empréstimo de 366

Continuo com minha opinião, o empréstimo de 366 milhões deve tramitar através de decreto legislativo e não cabe emenda.

Arte indígena

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O índio Pituku que é cadeirante e pinta usando a inspiração e a boca é um exemplo de superação. Voltando de uma recente exposição na Argentina, ancora na Aldeia São Pedro, seu porto seguro.

“Pituku Waiãpi que foi diagnosticado com paralisia infantil aos 2 anos de idade e desde os 18, desenvolveu técnicas de pintura utilizando a boca para pintar seus quadros. Pituku nasceu na aldeia Amapari, terra indígena Waiãpi no Amapá. Em 1979, quando tinha apenas dois anos, foi diagnosticado com paralisia infantil e foi retirado da sua comunidade pela Funai. Passou a morar na Casa de Saúde Indígena, em Belém. O talento nato do artista o fez superar esse obstáculo, e ele usa a boca para produzir suas pinturas. Manuseando o pincel de uma forma diferente do convencional, o indígena desenvolve seus trabalhos desde 1996, quando ainda tinha 18 anos. O jeito para pintura ele descobriu no hospital Sara Kubitchek, em Brasília, aos 12 anos. Durante um tratamento, se viu frente a frente com tintas e pincéis e o estímulo fez com que ele começasse a recordar tudo o que havia vivido na sua aldeia. Desde então Pituku já participou de diversas exposições coletivas” (Diário do Pará)

O que muita gente não sabe é que Pituku foi rejeitado pela sua família, conforme o costume, deixado abandonado na mata para morrer. Foi encontrado em estado precário pelo responsável do Posto da Funai e trazido para Belém. Após um série de tratamento, passou a morar com o povo Tembé.

Estamos numa empreitada para registrar a história deste artista plástico de grande talento.

Festa de aparelhagem

As letras das músicas falam de gente, relacionamentos e são superficiais, mas a batida e o ritmo! A música de aparelhagem serve para dançar, mexer o corpo, soltar adrenalina e aproximar os casais.

O clima das festas de aparelhagem permite soltar o corpo, suar muito, namorar e beber bastante. Outra coisa não vi na Festa do Quilometro sete na estrada de Maracanã, Igarapé Açu que fui ontem (22).

O Controlador, que manipulava a grande mesa de som, ficava de costas para o povo. Agora não, mudou para DJ, usa computador, tela de LCD, fumaça, efeito de luzes e fique de frente para o salão interagindo com os dançarinos.

O bar oferece dois tipos de cervejas, refrigerante, energético e vinho. As bebidas são servidas em baldes com gelo. Uma coisa não mudou, a tacacazeira.

Rotary Clube Belém Nordeste debate Belo Monte

DSC00079 DSC00081 DSC00066 DSC00069 Em nome da OAB-Pará participei de um debate com os “companheiros” do Rotary Clube Belém Nordeste.

Minha palestra abordou a política energética brasileira e a potência hídrica da Amazônia; as formas de produção de energia, seus impactos sobre no ambiente e no social; os próis e contras do aproveitamento hidrelétrico de Belo Monte; o consórcio vencedor, ausência de autoprodutor paraense e os sócios estratégicos; as compensações ambientais e sociais; e as vantagens e desvantagens para o desenvolvimento do Pará.

Expliquei a posição da Ordem dos Advogados e o seu papel na defesa intransigente da sociedade paraense.

No fim, após responder muitas perguntas, recebi um diploma pela participação.

Comunicação é tudo

Hoje os comunicólogos do Partido Verde estão reunidos no espaço “Baú Bristô” para definir estratégias de comunicação  dos verdes. A pergunta é: como o povo tem acesso e compreende as bandeiras defendidas pelo Partido Verde? É um desafio.

Recebemos os professores Paulo Roberto Ferreira, secretário de comunicação do Governo do Estado e Ronaldo Salame, sócio-proprietário da empresa Imagem Produções.

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Aldeia São Pedro

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Muitos animais são criados pelos índios. Nas fotos um Queixada e uma macaquinha simpática

Ruas de Belém

Prosseguindo o projeto “Ruas de Belém”, o Blog, reproduzindo o texto de Ernesto Cruz, traz a história da denominação de mais uma via da Cidade de Belém. Nosso objetivo é que as novas gerações, quando andarem pelos nossos caminhos, saibam onde estão pisando. Ernesto nos revela coisas curiosas sobre os homenageados e as ruas que receberam seus nomes.

Rua Senador Manuel Barata

Manuel de Melo Cardoso Barata, bacharel em Direito, jornalista, e um dos mais notáveis historiadores paraenses. Pesquisador infatigável dos arquivos, revelou documentos interessantíssimos da história colonial do Pará, tendo traçado, como esmero e honestidade, as páginas mais destacadas da formação do povo paraense através dos vários ciclos do seu desenvolvimento.

Nasceu a 4 de agosto de 1841, tendo falecido em 12 de outubro de 1916.

A atual Senador Manuel Barata foi, antes, chamada rua Nova de Santa Ana, tendo o seu começo na Igreja de Nossa Senhora de Santana, erguida entre as ruas dos Mártires e de São Vicente, fazendo frente para a rua do Landi e fundos para a rua das

Tembés apóiam PV e o PV apóia os tembés

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Um jogo de futebol e um bom debate político selou a amizade entre os índios tembés da Aldeia São Pedro, liderados pelo cacique Cokay, com o Partido Verde do Pará.

O nosso compromisso é construir e defender um projeto sustentável de política indígena no Pará. Este movimento envolve outras etnias e aldeias, como a do cacique Valdecir do Rio Gurupi, em breve estaremos  realizando o primeiro encontro de lideranças indígenas filiadas ao PV do Pará.

 

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