Jatene não inaugurou o novo Hospital Ophir Loyola

Publiquei na semana passada um post com o título Jatene entrega o "novo" Ophir Loyola para criticar a manchete do Jornal O Liberal que noticiava uma visita do governador Simão Jatene e a entrega de reformas em alas do Hospital Ophir Loyla como se fosse o "novo 'Hospital Ophir Loyola".

O publicitário Orly Bezerra, responsável pela comunicação do Governo do Estado, ligou-me reclamando do tom da nota. Esclarecendo que a Comunicação do Governo não tem responsabilidade pela manchete. O Governador não usou a expressão "novo Hospital Ophir Loyola" para o que estava sendo entregue. O Governo do Estado fez, na verdade, uma reforma significativa naquela Casa de Saúde, mas nunca intitulou as melhorias como novo hospital.

Registro a insatisfação de Orly, a quem reputo como um competente publicitário, e reproduzo a matéria de O Liberal, assim fica tudo transparente.


Curta o Partido Verde

Curtir o Partido Verde é aderir a suas propostas e projetos. Que propostas são estas? Primeiro defendemos o equilibrio entre a atividade economica e a preservação do meio ambiente. Depois, queremos um sociedade distribuitiva onde a riqueza gerada pela natureza e pelo trabalho humano, seja repartida com a população. Gostou? Então venha para o PV.

Eleições direta para reitor da UFOPA.

O reitor Seixas Lourenço, responsável pela implantação da Universidade Federal do Oeste do Pará - UFOPA, é pro-tempore e deve ser substituído sim, mas por outro reitor eleito diretamente pela comunidade acadêmica local. Seixas e sua equipe prepararam tudo para ser assim. A documentação foi encaminhada ao MEC, estando de confirmadade com as regras para fazer valer a democracia e a automia universitária.

Os acadêmicos da UFOPA, a classe política e a sociedade santarena, porém, foi supreendida negativamente. No lugar de apoiar e até agilizar a eleição direta, como sempre defendeu, alguns mebros do PT paraense, na contramão da sua própria história, querem exonerar Seixas Lourenço e no seu lugar indicar um novo reitor pro-tempore, um doutor petista. A manobra atrasaria ou até inviabilizaria a escolha do novo reitor pela comunidade universitária do Oeste do Pará.

Espero, sinceramente, que a direção estadual do PT e o membros do Governo Federal, a coerência e o apoio as eleições diretas para reitor da UFOPA. Coerência, gente, é a melhor decisão política que se pode tomar nesta conjuntura.

Jatene entrega o "novo" Ophir Loyola

A manchete estava assim: Jatene entrega o novo "Ophir Loyola". Mas deveria ter sido escrita honestamente assim: Jatene entrega o "novo" Ophir Loyola. Entendeu a diferença? O que se destaca aqui é o "novo"; embora, com todo respeito ao Ophir Loyola pelo muito que fez, sempre merecerá os destaques.

O "novo", assim com aspas, é para dizer que a palavra está sendo usada com outra conotação. É um novo na maneira de dizer, mas novo não é.

Por que o hospital foi chamado de novo se ele já existe há tanto tempo?

A administração atual pintou, reformou, trocou lâmpadas, ar condicionados, disse que gastou mais de dois milhões nas reformas para melhorar um ala do velho "Ophir Loyola". Claro que os gastos será fiscalizado, por certo. Porém, nem um novo leito foi criado, mas resolveram chamar de novo o Hospital Ophir Loyola. Depois da reforma, parece novo, mas, convenhamos, não é novo. Foi um exagero chama-lo assim.

O governador Jatene, como um técnico que assim se apresenta, sabe que em contabilidade pública o novo é aquilo que se cria onde antes nada existia. A diferença é tanta que até a classificação orçamentária difere. Se é algo novo, inédito, inexistente antes da ação pública, classifica-se como investimento. Se já existia e apenas foi acrescido melhoria, classifica-se como inversão.

O governo aplicou no Ophir Loyola recursos orçamentários das inversões financeiras e não dos investimentos. Em assim sendo, não temos "novo". O novo aqui na machete foi apenas um tom publicitário ao evento corriqueiro da Administração pública.

Acho até que Jatene nem concorda com esse excesso. Chamar de novo algo que já existia, não condiz com o currículo acadêmico do professor de economia. Jatene político e o Jatene professor são indivisíveis. Habitam o mesmo corpo e pensam utilizando-se dos mesmos neurotransmissores. Por tanto, não pode o técnico abandonar o rigor científico em nome do pragmatismo político.

O popular sempre diz que "macaco apertado come sabão". Seria a ausência de obras novas e de recursos para cumprir sua agenda de investimentos que faz o Governo passar por cima de detalhes acadêmicos e partir para "ignorância" ?

A manchete acontece justamente quando o novo teimou em sair as ruas e mostrar sua força. A propaganda da reforma do Ophir Loyola perdeu o 'time' e não viu que usar o novo para denominar o velho é tudo que o novo que protesta não quer. A sociedade reclama pedindo que os políticos adotem novas práticas, novas formas de representá-la, com transparência e honestidade acima de tudo.

Se Jatene tivesse dito que fez uma reforma necessária para melhor atender a população, mostrasse o que foi feito, como foi feito e como foi gasto o recurso público, seria bem melhor e com certeza aplaudido por mim e pelo povo.

Honestidade sem truques, exercício da representação política com transparência, responsabilidade social e dialogo criativo. É tudo o que pede povo das redes sociais.

Jorge Pimentel vive



No "Dia do Advogado" dedico ao dr. Jorge Pimentel este vídeo.

Ele acreditou na ciclofaixa e morreu atropelado por um carro


O carroceiro Puff, como é mais conhecido Odair José Vaz Gonçalves, bebeu um pouquinho a mais, sem conseguir chegar em casa, deitou-se na ciclofaixa da Avenida Pedro Alvares Cabral e foi morto, atropelado por um carro que avançou a faixa de ciclistas na contramão. 

O seu Odair errou, claro que errou. Bebeu um pouco além da conta. Foi roubado, perdendo alguns objetos. Mas se a ciclofaixa fosse usada apenas por bicicletas, como é sua função, seu Odair pegaria uma bronca da esposa e comemoraria o dia dos pais.

Os motoristas não respeitam as vias do ciclista. A AMUB não fiscaliza. Aa ciclofaixas são invadidas por carros e motos ou usadas com estacionamentos. 

A Mundurucus continua esperando pela liberação da faixa dos ciclistas prometida pelo prefeito Zenaldo Coutinho.

Seu Odair, um simples carroceiro, morador da humilde Vila da Barca, morreu por acreditar na sinalização da prefeitura de que ali era uma ciclofaixa e o máximo seria roubado. Hoje,pouca gente lembra dele e nem vão lembrar de fiscalizar as ciclofaixas. Fica então o conselho: ciclistas pedalem com muito cuidado e se beber um pouquinho, nem pensem em deitar nas ciclofaixas de Belém.

Aqui não tem transparência

O Governador Simão Jatente e o presidente da Assembléia Legislativa Márcio Miranda não devem está sabendo que os Portais de Transparências, obrigatório por lei, não estão funcionando e isso pode valer forte dores de cabeça, caso não providencie o correto funcionamento.

Os portais estão lá aparentemente cumprindo a lei, mas quando o cidadão tenta obter uma informação por mais simples que seja, depara-se com os problemas técnicos que impedem o acesso.

No portal do Governo do Estado não se consegue abrir as abas dos órgãos e das unidades orçamentárias. Sem isso, fica difícil verificar as despesas realizadas. No caso da receita, os números são apenas das receitas próprias e sempre global, sem informar quanto detalhes, tipo: daqueles valores já foram deduzidas as transferências?

No portal da Assembléia Legislativa o desrespeito a Lei Federal é ainda mais acintoso. Simplesmente não se consegue, pois ao clicar no link para abrir as despesas, vejam qual é a tela que aparece:


As vezes, isto pode está ocorrendo por descuido. É bom corrigir antes que a Oposição, O Diário do Pará, o Ministério Público ou o Tribunal de Contas do Estado resolvam tomar medidas. 



Elivan Faustino é o nove prefeito de Marituba

Este é o resultado oficial das eleições suplementares de Marituba. Elivan Faustino alcançou 59,34% dos votos válidos.


A Vale não cumpre o que acerta com o Pará

A Alpa, Aços Laminados do Pará S/A, projeto de verticalização mineral tão sonhado pelo povo do estado e anunciado com pompa e circunstância está a caminho de mais uma gaveta da poderosa Vale do Rio Doce. Será mais uma das promessas a se juntar as casas populares propostas para conter uma crise entre o Governo e a Companhia.

Muitas empresas investiram em Marabá a espera da ALPA, e agora?

Tem um caso emblemático de um empresário local que vendeu uma área de terra na região da ALPA. Recebeu o dinheiro da venda. Somou o dinheiro da venda das terras a um empréstimo e fez um vultosos investimento, acreditando na Vale do Rio Doce. Hoje, o empresário acumula um prejuízo de mais de 50 milhões.

As pessoas que acreditaram na ALPA como a possibilidade emprego e migram para Marabá amargam o desemprego ou o emprego informal.  Casas populares, loteamentos e tantos outros negócios estão por lá a espera de uma solução.

Não é a primeira vez que um grande projeto promete desenvolvimento para o povo do Pará e não cumpre. Não é primeira vez que a Vale anuncia um investimento aqui e não o torna realidade. Lembrem-se das 30 mil casas populares que até hoje não foram construídas.

A Vale, a Eletronorte, a Agropalma, a JBS, não se instalam por aqui sem antes passar por rodadas de negociações. De uma lado eles e de outro o Pará através dos representantes eleitos. Assim é que funcionam as negociações.

O lado da mesa onde sentam os representantes de JARI, ALBRAS, AGROPALMA, HIDRLÉTRICA DE TUCURUÍ, BELO MONTE, ALPA, SERRA SUL, e tantos outros grandes projetos empresariais tem sido competente, ganhando todas.

O nosso lado, o lado do povo paraense, parece que não tem se saído bem nessas negociações. O prato da balança não tem pendido para o nosso lado, infelizmente.

 

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