Fórum Social Mundial

Ontém, no debate sobre desenvolvimento, anotei alguns vícios que os movimentos sociais não conseguem se livrar. Vou transmitir os meus pontos de vistas, mas faço isso com medo de ser interpretado erradamente. Vamos lá. Seja que Deus quiser.
1. As mesas são compostas para atender as correntes e não em função do debate;
2. A generalização é sempre a tônica;
3. Conseguem apontar erros e nunca as saídas;
4. Os discursos são pontilhados de chavões ou frase feitas;
5. Constrõem as teses que tentam provar mesmo contra a realidade.
6. Falam pelo todo quando representam um parte.
Resultado é que debate foi um monólogo, onde os representantes das entidades que compunha a mesa falaram e plateia ouviu e foi embora. Quem era do MST esperou o seu representante falar e saiu. Os Negros fizeram o mesmo, e assim por diante.
Perdemos a oportunidade de afirmar algumas teses importantes sobre a Amazônia para parceiros do mundo inteiro. Isso num cenário onde não podemos perder tempo, pois a fome do nosso povo não espera.

Fórum Social Mundial

Hoje o dia foi de reunião dos grupos de trabalho, à noite foi a vez de um debate sobre a Amazônia. Entidades locais expuseram os problemas da região.
Amanhã o Conselho Internacional percorrerá os locais ofertada para funcionar o Fórum em 2009. A proposta é que as plenárias sejam distribuídas no campus da UFPa, Ufra, Uepa e Hangar.
Após o percorrer os locais, o Conselho Internacional reuniria com a Governadora e o Prefeito, mas como estes não estão na cidade, a reunião será com seus representantes, que apresentarão as obras que serão feitas para garantir o Fórum. É estranho que os parlamentares daqui não estejam participando e nem reclamando por causa disso. Com a palavra Alcino, o jacaré-açu do Museu Goeldi e observador do nosso cotidiano.

Polícia Civil fecha Armazém

A Polícia Civil cassou o registro e o alvará de funcionamento do Armazém Santo Antonio do empresário Alexandre Cunha Barata, após processo administrativo que apurou denuncia de poluição sonora, desordem e perturbação do sossego público. Para abrir terá que se regularizar, não adianta se pegar com deputados membros da bancada governista.

Jacaré Alcino é testemunha

O Ministério Público bem que podia ouvir em depoimento o jacaré-açu "Alcino", do Museu Emilio Goeldi. Faz tanto tempo que ele está alí, de papo pro ar, só ouvindo os comentários dos visitantes. Acho que o Alcino sabe mais que esse tal de Cardias!

Lixo e Transporte cheiram mal

Lendo no Blog Quintaemenda do meu amigo Juvêncio sobre a empresa Belém Ambiental, cuja a razão social é: B.A. Meio Ambiente Ltda., localizada na Av. Tavares Bastos, 1583 e o CNPJ 07.593.016/0002-85, resolví pesquisar na Internet e descobri esta notícia da Folha de São Paulo. É muita coincidência:

"A história do envolvimento de Niquini com o setor de lixo em cidades administradas pelo PT, porém, teve início em 30 de novembro de 2001. Na ocasião, ele adquiriu, por R$ 3,2 milhões, a Emparsanco Belém Ambiental, empresa que mantém contrato com a Prefeitura de Belém desde 1998.Em junho, a Folha noticiou que a escolha da Emparsanco pela Prefeitura de Belém foi marcada por suspeitas de favorecimento. A presidente da comissão de licitação, Edilene Rodrigues, é irmã do prefeito da cidade, Edmilson Rodrigues. Além disso, o petista Ricardo Pereira da Silva, funcionário da Prefeitura de São Paulo e dono da Rodvias Engenharia, foi um dos responsáveis pela avaliação técnica das concorrentes. A Emparsanco é cliente da Rodvias.Outro que teve participação no processo em Belém foi Nelson Frateschi, irmão do presidente do PT de São Paulo, Paulo Frateschi, e dono da Engelix, empresa que também presta serviços para a Emparsanco. Frateschi e Ricardo participaram ainda de grupos de trabalhos na Prefeitura de Belém para debater projetos de interesse da prefeitura.A venda da Emparsanco Belém para Niquini pegou o mercado de surpresa. Documento obtido pela Folha demonstra que o acerto do pagamento seria feito em quatro prestações de R$ 300 mil cada e mais R$ 2 milhões divididos em dez vezes. A empresa Expresso Urbano São Judas Tadeu, de propriedade de Niquini, figura como avalista da compra."

Operários e população risco


Nas fotos o flagrante de descumprimento das leis trabalhistas, quanto a segurança. Isto é um alerta, talvez a própria empresa, dona do empreendimento, não esteja sabendo desse volação feita pela empresa de demolição do shoping Doca Boulevard.








PV no governo ?

Em nota no Repóter 70 de hoje, O Liberal informa que houve uma reunião sexta-feira entre secretários e a governadora sobre mexidas no secretariado para o ingresso do PP e do PV. O PP iria para SEAD e o PV ainda estava por definir qual o cargo a ocupar. A nota afirmava que a vaga do PV seria ocupada por um adversário meu dentro do partido.
Devo esclerecer que, embora o Partido Verde não se furte a conversar, não houve entre o PV e Governo qualquer negociação e nem existe dentro partido disputas de grupos. O PV está organizado em mais de 100 municípios e qualquer deliberação deve passar pela direção partidária, formada pelos 11 membros da executiva, dois deputados estaduais e 20 coordenadores das bacias hidrográficas. Há! apenas para acalmar os afoitos, fui reconduzido ao cargo de presidente estadual para um novo mandato de dois anos, isso por decisão unanime da direção nacional.

Cuidado quem for pela Aristides Lobo

A empresa que está demolindo o prédio onde funcionou o shoping Doca Boulevard está colocando em risco a vida de seus operários e da população. Os operários trabalham sem qualquer equipamento de proteção e quem passa de carro pela Aristides Lobo, ao lado do Ed. Atalanta, corre o risco de um bloco de parede ser arremessado sobre o veículo. A obra começou domingo e nem uma placa com a permissão da Prefeitura foi afixada no local.

Fórum Social Mundial

Nesta segunda-feira começa em Belém, no Hotel Sagres, a reunião do Conselho Internacional que discutirá a organização do Fórum Social Mundial que acontecerá em 2009 em Belém. O Governo do Estado e a Prefeitura vão descobrir que não podem monoplizar o evento e o PT deve ficar frustado ao saber que é proibido a participação de partidos políticos.



Prefeito processado por improbidade administrativa deve pagar advogado do próprio bolso

Em uma ação civil pública contra ex-prefeito, objetivando o ressarcimento ao erário municipal de despesas pagas com a contratação de advogado, sem prévio certame licitatório, para patrocinar uma defesa pessoal, uma vez que acusado de improbidade administrativa, o STJ entendeu que as despesas com a contratação de advogado para a defesa de ato pessoal praticado por agente político em face da Administração Pública não demonstra interesse do Estado e, em conseqüência, deve ocorrer às expensas do agente público, sob pena de configurar ato imoral e arbitrário. Precedente citado: AgRg no REsp 681.571-GO, DJ 29/6/2006. REsp 703.953-GO, Rel. Min. Luiz Fux, julgado em 16/10/2007.
 

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