150 mil pessoas sem água

150 mil pessoas estão sem água em Belém, desde ontem, por causa do rompimento de uma adutora. Adutora? Mas o que é adutora? Sei lá! Acho que é o cano de água da falida Cosanpa. 

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O cano rompeu, a Cosanpa não estava preparada para emergência, foi pega de calças curtas, e o resultado foi o dia todo as pessoas carregando água nas carroças e bicicletas. Voltamos a Belém do início do Século.

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Jatene, coitado, está com uma bruta virose, ainda tem que se preocupar com este problema. Com o Duciomar Costa o povo nem pode contar, pois eles está mais preocupado em mostrar a cidade de Curitiba, que inveja!. Os vereadores de Belém não podem socorrer o povo neste momento, estão ocupados com outras coisas mais importantes.

O Povo, sabendo das múltiplas ocupações dos nossos governantes, não contou conversa foi logo se virando como pôde, improvisando balde, carroças, bicicletas ou comprando água nos depósitos. Será que eles resolvem ainda hoje o problema? 

Caso Jordy: O que o povo viu e o que ele não viu

O povo viu e ouviu um homem e um mulher discutindo privadamente sobre a relação e o futuro do bebê, fruto desta relação.
O que o povo não viu foi quem gravou, editou, postou no youtube, publicou no Diário do Pará, divulgou nas rádios do grupo Jáder Barbalho, Wladimir Costa e Jeferson Lima, numa operação sincronizada que começou na rede social e espalhou-se profissionalmente, numa fenômeno induzido, conhecido no mundo do marketing como "efeito viral". Tudo feito ilegalmente, sem o amparo da Constituição Federal.
No artigo Quinto, inciso Dez, a Constituição Federal visa proteger as pessoas de dois atentados ao segredo da vida privada e à liberdade da vida privada e no mesmo dispositivo a CF/88 declara invioláveis a honra e a imagem das pessoas.
Em qualquer lugar que se fosse desta cidade de Belém, as pessoas estavam discutindo o assunto. Alguns defendiam o deputado, argumentando que era um problema privado e outros diziam que o deputado errou por manchar sua imagem de "ficha limpa". A pergunta: qual o efeito eleitoral da denúncia? Ninguém queria saber da Josy ou do bebê. O autor ou autores da difamação conseguiram alcançar seu objetivo ou objetivos.
Está claro que as pessoas, (sim, esta obra não foi realizada por uma só pessoa), usaram uma questão particular para atingir a imagem do deputado e pré-candidato a prefeito de Belém.
Quem são os autores e que objetivos estavam perseguindo com a denúncia e a operação de divulgação em massa e milimétricamente pensada?
As investigações pedidas pelo deputado federal Arnaldo Jordy vão relevar e responder muitas indagações, mas podemos arriscar algumas reflexões:
1. Se Jordy cair da segunda posição, quem são os candidatos e partido que se beneficiarão nas eleições municipais de Belém?
2. O escândalo Jordy foi, propositadamente, divulgado no dia em que a noticia seria a escolha do secretário particular de Jader para conselheiro do TCM e serviu perfeitamente como cortina de fumaça.
3. Os envolvidos na CPI da Pedofilia, adversários de Jordy, estarão envolvidos na denuncia como ato de revanche?
Imaginem se aqueles que receberam a informação do namoro entre um governador e sua sobrinha houvessem utilizado desta informação na luta política. Ou quando a ex-esposa de um certo deputado foi se oferecer em vingança para depor na propaganda eleitoral do adversário? Eu tive estas informações antecipadamente, mas respeitei a Constituição Federal. Não fiz favor a ninguém, pois é obrigação cumprir a Carta Constitucional.
O artigo que deveria proteger o cidadão não foi capaz de proteger o deputado, mas é o mesmo que beneficiou os criminosos quando estes pediram sigilo nos seus tumultuados processos de separação dos seus casamentos desfeitos.
Espero que este episodio sirva de lição para aprendermos a repudiar os criminosos que usam órgão de imprensa para violar a Constituição Federal.


Belém abandonada

Todo prefeito deveria ser obrigado andar pela sua cidade pelo menos uma vez por semana, vocês não acham? Assim ele veria alguns dos problemas do cotidiano que afetam a vida das pessoas.

Se a dona de casa não dá uma voltinha pela casa, examinando os quartos, os banheiros, as gavetas, nunca vai saber quando a torneira está vazando, a janela ficou emperrada, as roupas estão precisando de um cheirinho. São providências simples, mas que fazem toda a diferença. É a manutenção diária necessária, se não quebrada tudo.

Sou morador de Nazaré a quatorze anos, nosso bairro não tem representante, os candidatos não vem nos visitar porque aqui não dá para comprar votos. O Distrito de Centro não tem representante, embora aqui tenha cidadão que paga imposto e vota. 

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Todo dia caminho pelas principais vias do bairro onde moro, mas também caminho pelo Umarizal e Batista Campos. Fazendo política em nome da OAB e do PV, ando a cidade toda. 

Como tenho um olharcrítico de quem já foi vereador e secretário municipal, vou vendo as irregularidades, a falta de zelo, as ilegalidades que deixam nossa cidade feia, mal conservada, inapropriada para moradia dos seus habitantes.

São coisas simples, mas que fazem toda a diferença. Sabe estes postes que portam a placa com o nome da rua? Ali na Avenida Nazaré, na esquina da Basílica, o poste com a placa está a uma semana caído, encostado no muro do CAN. Uma semana! Quantos turistas que foram visitar a Basílica viram isto? O prefeito e sua equipe não viu.

As calçadas de Belém não prestam e não servem para quem precisa caminhar. Pior são aquelas com guias para pessoas com deficiência visual. Foram mal feitas e só em poucos trechos de ruas. O cego que acreditar nestas guias estará perdido. Melhor é seguir o instinto do que acreditar neste serviço público de péssima qualidade.

Ar condicionado jogando água na cabeça das pessoas. Quem passa na calçada é obrigado a se desviar dos pingos destas máquinas, colocadas em desobediência ao código de postura.

Caçamba de entulho nas calçadas obrigando o pedestre ir para o meio da rua. Qualquer empresa que faz reforma, coloca o container na calçada e fica por isso mesmo. Mas não é só. Bares usam as calçadas com extensão do seu estabelecimento comercial.

Arborização capenga e mal cuidada. Quem anda sabe que uma via arborizada é menos quente que outra sem árvore, mas não cuidam das que já estão plantadas e não plantam novas.

Lixo por todo canto. Sabe aquela casa que ninguém cuida? Que pela manhã os moradores não varrem, não limpam, não espanam? Assim é Belém. Nas sarjetas você encontra no mês de maio resto do círio de outubro do ano anterior. Eles só limpam os lugares onde a imprensa passa. O resto...

Posto de Gasolina joga seus restos diretamente no esgoto da cidade. Na esquina da Gentil tem um lava carros que entope os bueiros de óleo e graxa das lavagens e fica por isso mesmo. 

O visual da cidade é feio com as placas de gosto duvidoso colocadas em prédios históricos. Por falar em prédios históricos, os nossos estão mal conservados que da dó. O Cemitério da Soledade é um exemplo de descaso, mas tem casarões antigos, com aqueles que testemunharam a presença de Dona Dalila Ohana, proíbida pelo Bispo de acompanhar o féretro do seu amado Magalhães Barata, que hoje estão servindo de vaso para ervas de passarinho.

Vocês devem ter mais exemplo, por mim chega. Ou como diz a Perereca da Vizinha, fui...

Piores deputados são eleitos em coligação

Se não houvesse coligações proporcionais este cinco distintos cidadãos não estariam em Brasília como deputados federais:

Zequinha Marinho (PSC) (147.615 votos, sétimo mais votado), Lúcio Vale (PR) (142.116 votos, oitavo), Lira Maia (DEM), Josué Bengtson (PTB) e Giovanni Queiroz (PDT).

É apenas um registro. Geovanni e Josué foram os mais ardentes defensores do novo código florestal e Lira Maia, junto com Giovanni, liderou a campanha pela divisão do nosso Estado. É só para ficar gravado.

Camila Pitanga pede veta, Dilma!

Em cerimônia de entrega do título doutor Honoris Causa, ao ex-presidente Luís Inácio da Silva, pela UERJ, a atriz Camila Pitanga, mestre de cerimônia, não se conteve, e num arrobo de extrema cidadania, pediu a presidente Dilma que vete o novo código florestal. O gesto da atriz foi recebido com entusiasmo pela Presidente e com euforia pela platéia. A sociedade brasileira ainda tem poder de reação.

Edmilson Rodrigues apresentou moção sobre o plantio de arroz no Marajó

Moção contra arrozeiros Marajó pag 1Moção contra arrozeiros Marajó pag 2

Jáder Barbalho ganhou o poder de dizer quem é ficha suja ou ficha limpa no Pará

Antonio José Guimarães, secretário particular do senador Jáder Barbalho, foi escolhido conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios, na vaga que era de livre indicação da Assembléia Legislativa. A operação, para substituir o aposentado Alcides Alcântara,  foi rápida e cheia de lances da velha e nojenta política do caciquismo.

Com a decisão, Jader Barbalho e Simão Jatene ganham o direito de determinar quem é ficha suja ou ficha limpa no Pará.

Ao ler a notícia, lembrei-me que já tentei disputar o mesmo cargo. Abriu uma vaga para conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios. De posse desta informação, consultei a Constituição Federal e Estadual e vi que preenchia os requisitos estabelecidos no art. 119 do diploma estadual: tinha mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco; idoneidade moral e reputação ilibada; notório conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública; e mas de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.

De posse do meu currículo e na condição de cidadão, sem pedir favor a ninguém, fui, pessoalmente a Assembléia Legislativa, inscrever-me para ser sabatinado pelos deputados da minha terra natal. 

O clima era de hostilidade. Os deputados, antes, quando eu ocupava a Chefia da Casa Civil, tão cortes, agora me tratavam com indiferença. Senti o clima pesado e injusto, afinal, além de ter um currículo a altura do cargo, tinha sido deputado por dois mandatos, por que tanta animosidade, afinal estava apenas exercendo o direito de cidadania e acreditando na independência dos poderes da nossa república. 

Conversa daqui, conversa dali, descobri o motivo. Os deputados haviam fechado um acordo de eleger apenas deputado com mandato para aquela vaga e eu não preenchia  este requisito. A pressão sobre minha candidatura foi tamanha que não restou outra saída a não ser desistir para não passar o vexame em plenário. Mas pelos menos os deputados estavam dando uma demonstração, mesmo que torta, de independência do Poder Legislativo.

A decisão dos deputados era uma resposta ao ex-governador Jáder Barbalho que impôs, por exemplo, contra tudo e todos, o nome de Alcides Alcântara para a mesma vaga agora aberta com sua aposentação.

Na época foi preciso vigiar os deputados em plenário para não fugirem e o indicado sofrer uma retumbante derrota. O ex-chefe da Casa Civi, Manoel Ribeiro, patrulhou cada um dos parlamentares governistas, até encerrar a votação. 

Agora, estes mesmos deputados, passam por cima do acordo que fizeram, se acachapam, colocam o Poder de cócoras e aprovam o nome de um cidadão que nunca foi deputado, não preenche os requisitos constitucionais e indicado pelo mesmo Jáder Barbalho, justamente para substituir Alcides Alcântara. 

Este ato, consagra o poder de Jader e Jatene sobre as duas cortes de contas, justamente os Tribunais que detém o poder constitucional de determinar se um político é ficha limpa ou ficha suja. A chance de um adversário do PSDB ou do PMDB ir para lista dos políticos que não poderão concorrer a próxima eleição é real. Da mesma forma que será fácil tirar das lista os aliados deste dois governantes. Apenas uma mandado de segurança no Poder Judiciário, contando com a provável independência dos magistrados, poderá livrar os inocentes da degola política. 

A violência é disparado o maior problema dos paraenses

Estupros, corrupções, assaltos, assaltos com refém, explosões de caixas-eletrônicos, execuções, drogas, muita droga e de todos os tipos, tomam conta das manchetes de todos os noticiários paraenses, como nunca antes visto na história deste Estado.

O Governo até aumentou o contrato de locação de carros para PM, com a empresa Delta, a mesma que está envolvida no escândalo que tem como protagonista principal Carlinhos Cachoeira. Dizem que o Pará nem fez licitação, aderiu a licitação de Goiás, do governador Marconi Perillo, PSDB. Os veículos foram distribuídos em grandes festas municipais, mas de nada adiantou, os números da violência não diminuíram.

O setor de segurança pública já tentou de tudo para disfarçar os índices, mas a realidade tem sido forte, infelizmente. Brigaram com os dados do Ministério da Justiça, perderam feio. A população até deixa de registrar pequenos delitos por descrença nos órgãos de investigação policial. O povo só registra ocorrências de assaltos quando precisa do BO para comprovar o sumiço do objeto ou dos documentos.

Fizeram um estardalhaço com a prisão do traficante Dote. Dote vai virar o nosso Fernandinho Beira Mar ou o nosso Osama Bin Laden. Sempre que precisar dar uma resposta a população, Dote voltará a cena. Enquanto isso, as cadeias estão cheias de jovens sem futuro, pegos pelo cruel mundo das drogas.

As pessoas simples, sem o aparato e o poder que tem os órgãos de segurança pública, sabem onde ocorrem os crimes em sua cidade, mas a pergunta é: por que a policia não vê e não toma providências?

O Governo do Estado, se quiser, pode combater e diminuir a violência, cuidando da repressão, mas a solução mesmo virá de um bom trabalho preventivo, envolvendo a juventude pobre dos bairros de periferia, principais vitimas dos traficantes. Os jovens ricos e da classe média também comentem crimes, também são alvo dos traficantes, mas ainda podem ter a força da familia ao seu lado, precisando um pouco menos de programas governamentais.

Chega de alugar carros da empresa envolvida com o crime para combater o crime. Anunciem programas preventivos de eficácia. É urgente.

PV e UGT no Primeiro de Maio

Edmilson e Zé Jarbas Vasconcelos, Edmilson Rodrigues, Araceli Lemos, Jorge Panzera e Zé Francisco. A festa do Primeiro de Maio, na Praça do Operário, organizada pelos sindicatos da UGT foi um tremendo sucesso.

PV no Primeiro de maio O Partido Verde, com seus militantes, foi até a Praça do Operário apoiar a luta da classe trabalhadora.

Veta, Dilma A Campanha Veta, Dilma ganhou a adesão dos trabalhadores filiados a UGT.

 

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